quarta-feira, 24 de outubro de 2012

FOLHETO "A MINIFRENTE POPULAR EM BELÉM COMO GÊNESE DE UMA 'NOVA' ALTERNATIVA BURGUESA AO PT E À OPOSIÇÃO DEMO-TUCANA": EDITORA NOVA ANTÍDOTO E PUBLICAÇÕES LBI ELABORAM ANÁLISE DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 


O folheto "A minifrente popular em Belém como gênese de uma 'nova' alternativa burguesa ao PT e à oposição demo-tucana" traz em suas páginas, uma análise marxista acerca da formação da chamada "Frente Belém nas mãos do povo", na verdade, uma minifrente popular dirigida pelo PSOL que englobou o PSTU e o governista PCdoB. De tão ampla, desde o início a candidatura burguesa de Edmilson Rodrigues recebeu apoio até mesmo da ecocapitalista Marina Silva. Para o segundo turno, o leque de apoios dos partidos tradicionais da burguesia ao candidato do PSOL aumentou e o vale tudo eleitoral passou a dar as cartas: apoio do PT, com direito a uma declaração de Lula chamando voto em Edmilson, de latifundiários do PDT, do direitista PPL e até do DEM! Convidamos os simpatizantes e leitores da LBI a adquirir o folheto como uma ferramenta militante de combate ideológico a partir da crítica ácida comunista a este "novo" eixo de reagrupamento burguês.


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

RELANÇAMENTO DO LIVRO “90 ANOS DA REVOLUÇÃO BOLCHEVIQUE: EM DEFESA DOS PRINCÍPIOS DE OUTUBRO”, PARECEIRA ENTRE AS PUBLICAÇÕES LBI E DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO!


Na academia, na mídia e nos partidos da esquerda revisionista reina neste momento uma verdadeira cruzada antibolchevique por exterminar ou pelo menos demonizar todas as referências do grande triunfo proletário de 1917, para confundir os lutadores de hoje e impedi-los de organizar uma saída revolucionária diante das explosivas contradições da dominação imperialista. Não por acaso os charlatães do Marxismo tentam “vender” o novo conceito de uma suposta revolução como sendo levantes “democráticos” organizados pelo imperialismo contra “ditaduras” militares ou até mesmo nacionalistas burguesas. Para os autênticos revolucionários marxistas, que não se curvaram diante da ofensiva ideológica do imperialismo, cabe a tarefa de resgatar as tradições revolucionárias dos bolcheviques e as lições da grande Revolução de Outubro como ferramentas elementares na construção do partido revolucionário para libertar o proletariado da influência dos agentes da burguesia e do imperialismo, colocando o movimento operário novamente sob a bandeira da revolução proletária mundial e do socialismo, esta incumbência destinada à reconstrução da Quarta Internacional. Para tanto é necessário que a vanguarda da classe operária abstraia com toda perspicácia as lições das derrotas que o proletariado tem sofrido nas últimas décadas por causa precisamente da ausência de uma direção verdadeiramente revolucionária. Na melhor para esta síntese militante representa o lançamento do livro “90 anos da Revolução Bolchevique: Em defesa dos princípios de Outubro”, das publicações LBI e da Editora Nova Antídoto!

domingo, 15 de julho de 2012

UMA ABORDAGEM MARXISTA E REVOLUCIONÁRIA DA QUESTÃO PALESTINA: 2ª EDIÇÃO DO LIVRO, PARCERIA ENTRE A EDITORA NOVA ANTÍDOTO E AS PUBLICAÇÕES LBI 

A única alternativa que poderá dar uma resolução cabal à legítima reivindicação nacional do povo palestino, assim como livrar as massas e trabalhadores da região de seus gigantescos sofrimentos ao longo de vários séculos, é a defesa de uma Palestina Soviética baseada em conselhos de operários e camponeses palestinos e judeus. A expropriação do grande capital sionista, alimentado em décadas pelo imperialismo ianque, impossível de ser conquistada sem a destruição do Estado de Israel, garantirá a reconstrução da Palestina sob novas bases, trazendo para seu povo o progresso e a paz tão almejada durante mais de 50 anos de guerra de rapinagem imperialista na região.

terça-feira, 15 de maio de 2012

EDITORA NOVA ANTIDOTO E PUBLICAÇÕES LBI LANÇAM EM PARCERIA O LIVRO "OS GENUÍNOS TROTSKISTAS E A QUESTÃO CUBANA" 


Lançado o livro "Os genuínos trotskistas e a questão cubana". Ele aborda a importância histórica de defender o Estado operário cubano das investidas do imperialismo. A revolução vitoriosa em 1959 dirigida por Fidel e Che arrancou a pequena ilha das garras dos grandes monopólios ianques, transformando um país que era literalmente um prostíbulo da burguesia norte-americana em uma nação que anos depois rompeu com o jugo da dominação da cadeia de espoliação capitalista, garantindo a seu povo conquistas históricas como educação pública, gratuita e um dos sistemas de saúde mais avançados do planeta. Nem os mais de 50 anos de criminoso bloqueio econômico fizeram ruir essas conquistas que permanecem socialmente vigentes para o proletariado, apesar das imensas dificuldades que impõe a Cuba até hoje. O legado teórico de Trotsky nos ensinou que era preciso defender incondicionalmente a URSS, apesar dos erros e traições de Stalin. Hoje, com Cuba fazemos o mesmo. Ainda que tenhamos críticas à direção do PCC, jamais nos somamos ao imperialismo e sua corja arquirreacionária nos ataques ao Estado operário; pelo contrário, sempre estivemos na linha de frente da sua defesa, não apenas como "amigos de Cuba", mas acima de tudo como internacionalistas proletários e defensores do socialismo científico como alternativa à barbárie capitalista que ameaça a existência da própria humanidade. Acreditamos que somente a mobilização internacionalista da classe operária poderá fazer frente aos planos do império para aniquilar totalmente a enorme referência mundial da revolução cubana. Por isso não devemos depositar nenhuma confiança nos "acordos" amistosos com os chefes "democratas" dos estados terroristas. A trágica lição abstraída da guerra da Líbia, onde Kadaffi "confiou" nos abutres imperiais europeus que logo em seguida devastaram seu país, deve servir como um farol revolucionário para a vanguarda classista do proletariado mundial na defesa de Cuba.


sábado, 19 de novembro de 2011

DEPOIS DE ESGOTADO O VOLUME I, AS PUBLICAÇÕES LBI EM PARCERIA COM A EDITORA NOVA ANTÍDOTO LANÇAM O LIVRO "TESES TROTKSITAS SOBRE A GUERRA IMPERIALISTA CONTRA LÍBIA, VOLUME II" -  A VITÓRIA DA OTAN 


Ainda em abril de 2011, lançamos o primeiro volume das “Teses trotskistas acerca da guerra imperialista contra a Líbia” onde pontuamos não só essas posições como travamos várias polêmicas com a esquerda, desde o revisionismo do trotskismo até os apoiadores do chavismo e do castrismo. Com esse debate tratamos de clarificar entre a vanguarda a capitulação daqueles, como a LIT que, em nome do apoio a farsesca “revolução árabe”, apoiavam a ofensiva imperialista como também estabelecemos os limites do decadente regime nacionalista burguês comandado por Kadaffi.  Agora estamos lançando o segundo volume das “Teses trotskistas acerca da guerra imperialista contra a Líbia” dedicada a analisar a vitória da OTAN. Esta se deu fundamentalmente com o brutal assassinato de Kadaffi em uma operação conjunta entre os “rebeldes” mercenários e os bombardeios da OTAN, que depois de meses atacando Sirte, centro da resistência, acabaram por dominar o país, ainda que existam de forma dispersa pequenos focos de oposição ao controle da Líbia pelos títeres do CNT. Com essa publicação desejamos fazer um balanço global da guerra contra a Líbia, pontuando que a vitória da OTAN, que teve o apoio de grande parte da esquerda sob o pretexto de combater uma suposta “ditatura sanguinária”, significa o recrudescimento da ofensiva imperialista contra os povos e nações oprimidas que se incrementa desde a queda do Muro de Berlim e o fim da URSS. Os alvos imediatos desta arquirreacionária cruzada moderna são particularmente no Oriente Médio o Irã e a Síria, mas também tem como objetivo próximo a Venezuela, o Estado operário cubano e a aniquilação das FARC.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

LIVRO SOBRE OS CONFLITOS NO ORIENTE MÉDIO, UMA OBRA VISIONÁRIA DA PARCERIA NOVA ANTÍDOTO E PUBLICAÇÕES LBI: "DE TRÍPOLI A TEERÃ - AS PROVOCAÇÕES TERRORISTAS CONTRA A SÍRIA SÃO A SEGUNDA ESCALA DA OFENSIVA IMPERIALISTA"


Em meados de 2011, quando estavam sendo travados os combates na Líbia entre as milícias populares que apoiavam o coronel Kadaffi e os “rebeldes” auxiliados pelos bombardeios da OTAN, o imperialismo já patrocinava os mercenários terroristas que hoje tentam desestabilizar o governo da oligarquia Assad. Tanto que neste período lançamos um alerta que as novas “manifestações” patrocinadas pelo imperialismo eram um pretexto para o incremento de provocações contra a Síria. Com a derrota do regime nacionalista líbio e ascensão dos títeres do CNT após o assassinato de Kadaffi, em outubro, esta escalada ganhou ainda mais impulso. Como explicamos a época, o regime da oligarquia Assad, por seu apoio ao Hezbollah e a luta contra o Israel, não era um aliado totalmente confiável aos EUA como a Jordânia ou a Arábia Saudita, ainda que tivesse prestado valorosos serviços a Casa Branca. Hoje, o imperialismo publicamente já reconhece que vem enviando armas pesadas e munições aos mercenários do “Exército Livre da Síria” e os treinados na Turquia, Catar e Arábia Saudita. Vários contingentes de “ex-rebeldes” líbios se encontram na Síria para apoiar os ataques ao governo e o exército nacional sírio. Ao avançar contra a Síria, o imperialismo deseja derrubar ou neutralizar o regime Assad para chegar em melhores de condições de combate contra o seu principal alvo na região, o Irã. O processo de desestabilização do governo de Bashar Al Assad por parte do imperialismo e de Israel, através do apoio a grupos internos “rebeldes” tribais arquirreacionários, representa a tentativa da Casa Branca de alterar completamente a chamada geopolítica do Oriente Médio, colocando sob seu controle não só a Síria, mas avançando em sua ofensiva sobre o Hezbollah no Líbano e, caso tenha sucesso nesta empreitada neocolonialista, assentando as bases para um ataque militar ao Irã, já que não conseguiu o apoio interno necessário para debilitar o regime nacionalista comandado por Armadinejad. Nesse cenário dramático e polarizado é que lançamos o livro “De Trípoli a Teerã: As provocações terroristas contra a Síria são a segunda escala da ofensiva imperialista”.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

RELANÇADA A BROCHURA "CRÔNICAS DE UMA ELEIÇÃO ANUNCIADA" SOBRE A DISPUTA PRESIDENCIAL DE 2010


A Publicação "Crônicas de uma eleição anunciada" acompanha as principais polêmicas travadas com as diversas variantes do revisionismo, abrigadas dentro e fora do PT. Enquanto prognosticávamos, já em meados de 2009, que Dilma era a candidata preferencial da burguesia e do imperialismo, justamente porque a frente popular havia conseguido manter a estabilidade do país antes, durante e depois do ápice do crash capitalista

quinta-feira, 15 de julho de 2010

"TROTSKISMO VERSUS REVISIONISMO", UM LIVRO QUE ABORDA POLÊMICAS ENTRES CORRENTES QUE SE REIVINDICAM MARXISTAS REVOLUCIONÁRIAS, UMA OBRA DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO E DAS PUBLICAÇÕES LBI

Coletânea de artigos abordando as polêmicas teóricas e programáticas no interior do chamado movimento trotskista internacional e suas diversas correntes políticas que reivindicam a IV Internacional

segunda-feira, 28 de junho de 2010

"VENEZUELA, BOLÍVIA, EQUADOR: OS GOVERNOS BOLIVARIANOS A SERVIÇO DA ORDEM CAPITALISTA" - NOVA EDIÇÃO LANÇADA PELA PARCERIA NOVA ANTÍDOTO E PUBLICAÇÕES LBI!


Neste livro lançado pela Editora Nova Antítodo pontuamos que a vanguarda revolucionária não deve depositar nenhuma confiança nas direções “bolivarianas” que a qualquer momento podem ceder às investidas da Casa Branca e às pressões da “oposição”, uma vez que desejam manter o regime de exploração capitalista seja com matizes “nacionalistas” ou entreguistas, mas sem qualquer aliança tática com a direita pró-imperialista. A senda correta a ser percorrida é a luta em defesa e ampliação das conquistas sociais da classe operária, forjando no calor da batalha um programa genuinamente comunista de completa ruptura com o nacionalismo burguês. Devemos convocar a vanguarda classista para a ação direta, contemplando uma plataforma de ocupações de fábricas, nacionalizações de grupos econômicos sob o controle dos trabalhadores e socialização do latifúndio. A tarefa que se impõe nesta polarizada conjuntura, acompanhando a evolução política das massas, é a construção do partido operário revolucionário, única forma de combate consequente ao Estado capitalista!

terça-feira, 20 de abril de 2010

RELANÇADO: "TESES TROTSKISTAS ACERCA DA OCUPAÇÃO MILITAR IANQUE SOBRE O IRAQUE", FOLHETO DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO E DAS PUBLICAÇÕES LBI DE ABRIL DE 2003 VOLTA EM EDIÇÃO AMPLIADA! 



Não são poucas "as vozes" que saudaram como progressiva a queda de Saddam Hussein sob as mãos do imperialismo anglo-ianque. Com ângulos distintos de análise mas com traços do mesmo conteúdo reacionário, desde os revisionistas do trotskismo até os "falcões" da Casa Branca, mais uma vez conformou-se a "Santa Aliança" também ungida na queda do Muro de Berlim e no ataque ao Pentágono e às Torres Gêmeas do WTC. Os arautos da democracia burguesa afirmam que agora as massas iraquianas se livraram da "ditadura sanguinária" de Saddam Hussein e estão em melhores condições para lutar contra a ocupação imperialista. Na mesma linha política, concluem que a vitória militar imperialista foi produto exclusivamente de dois fatores: 1) as massas iraquianas não defenderam militarmente seu país, porque não estavam dispostas a manter vivo o regime de Saddam Hussein; 2) o triunfo militar anglo-ianque era inevitável devido à imensa superioridade bélica sobre o Iraque, portanto, não adiantava "resistir" no campo militar, cabendo unicamente "protestar" contra a guerra nos principais países do mundo ocidental. Estas duas "teses" que se entrelaçam, levantadas pela maioria da esquerda mundial, "ignoram" completamente os próprios fatos concretos das primeiras duas semanas da incursão imperialista no território iraquiano. Como reféns da opinião pública pequeno-burguesa "democratizante", os revisionistas acham mais "fácil" repetir o "senso comum" veiculado pelos órgãos de comunicação a serviço do capital e seus interesses políticos e ideológicos. Em franca oposição à "Santa Aliança", nós, os marxistas revolucionários, declaramos bem alto: sim, era possível derrotar militarmente o imperialismo anglo-ianque nesta guerra de rapina. Levantamos desde o primeiro momento a consigna de "vitória militar ao Iraque" porque acreditávamos no enorme potencial de luta das massas árabes e iraquianas, apesar de não depositarmos nenhuma confiança no regime burguês nacionalista de Saddam Hussein, sempre propenso a um acordo com os bandidos imperialistas, como o pactuado em 91, toda essa análise condensada no livro relançado pela Editora Nova Antídoto.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

NOSSO ARQUIVO - PUBLICAÇÕES LBI E EDITORA NOVA ANTÍDOTO: "BALANÇO DAS JORNADAS DE DISCUSSÕES ENTRE A LBI E O POR-ARGENTINO PELA RECONSTRUÇÃO DA IV INTERNACIONAL"


Uma série de livros e brochuras das Publicações LBI estão sendo relançados ou disponibilizados na internet através da parceria com a Editora  Nova Antítodo. O livreto "Balança das Jornadas de discussões entre a LBI e o POR argentino pela Reconstrução da IV Internacional", de novembro de 1998 é uma destas raridades. Adquira! 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

AS PUBLICAÇÕES LBI E A EDITORA NOVA ANTÍDOTO RELANÇAM A EDIÇÃO HISTÓRICA DO LIVRO: "LBI, NOSSAS DIFERENÇAS METODOLÓGICAS, POLÍTICAS-PROGRAMÁTICAS COM CAUSA OPERÁRIA E O PARTIDO OBRERO". ADQUIRA ESSA RARIDADE!

Adquira essa edição histórica que pontua as bases políticas, programáticas e metodológicas da fundação da LBI!

terça-feira, 23 de julho de 2002

ARGENTINA E VENEZUELA: BALANÇO E PERSPECTIVA POLÍTICA DE DOIS PAÍSES NO CENTRO DO FURAÇÃO LATINO-AMERICANO