Dedicamos este artigo para homenagear o grande chefe da revolução Bolchevique,
Leon Trotsky, quando se completam os 79 anos de sua morte. Não se trata de um
“mero” ato de reverência política ou humana, mas sim do sincero reconhecimento
militante do valor revolucionário de sua vida e da sua trajetória comunista por
nossa corrente política que reivindica e aplica na práxis, dentro de suas
modestas forças, o legado do velho dirigente bolchevique, mesmo sofrendo por
isso muitas vezes o isolamento político e o ataque vil da burguesia, dos
reformistas e revisionistas, estes últimos cada vez mais adaptados a defesa da
democracia como “valor universal”. Ainda jovem Trotsky dirigiu o Soviete de
Petrogrado, depois foi fundador do Exército Vermelho, comandante da Revolução
de Outubro ao lado de Lênin e de outros camaradas valorosos. Após ser derrotado
na luta interna pelas condições históricas adversas e por limitações políticas,
ele foi expulso da URSS, percorreu o planeta na condição de opositor de
esquerda da burocracia soviética. No México, última parada de seu “exílio”,
lutou com as armas que tinhas às mãos para construir a IV Internacional, sendo
assassinado em 21 de agosto de 1940 por ordem da KGB por defender a revolução
mundial em oposição à tese do “Socialismo em um só país” aplicada por Stálin
mundo afora, responsável por sabotar e derrotar levantes proletários em nome da
coexistência pacífica com o imperialismo.
