O termo teórico “alienação”, em um sentido mais geral,
corresponde a separação dos indivíduos de si mesmos e dos outros socialmente.
Originalmente, era um termo com conotações filosóficas e religiosas, mas o
genial Marx, em seus Manuscritos econômico-filosóficos de 1844, o transformou
em um conceito “sociológico” científico, considerando que um departamento
humano tinha raízes em estruturas sociais que negou à pessoa sua natureza
humana essencial que foi feita no trabalho.
Desde que seja uma atividade criativa e realizada em cooperação. Portanto, o processo de produção é um
processo de “objetificação”, através do qual os homens fazem objetos materiais
que incorporam a criatividade humana e, no entanto, permanecem como entidades
separadas de seus criadores. A alienação ocorre então, quando o homem histórico
não é mais reconhecido em seu produto, uma vez objetivado, ele se torna
estranho a ele, “não é mais seu” e se opõe a ele como um “poder
autônomo". A objetificação, no
entanto, só se torna alienação nas circunstâncias históricas específicas do
capitalismo, como uma etapa do desenvolvimento das forças produtivas da
humanidade. Nesta sociedade de classes são os capitalistas que se apropriam dos
produtos criados por outros, o proletariado. Esta é, em síntese, a origem da
alienação. Pode-se afirmar, nesse ponto,
que Marx via a alienação como um estado subjetivo, como uma categoria
estrutural que descrevia as disposições sociais e econômicas do capitalismo, e
não mais como abstração imaterial de seus colegas hegelianos de “esquerda” idealistas.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
domingo, 19 de janeiro de 2020
PARCERIA ENTRE EDITORA NOVA ANTÍDOTO E LIVRARIA CULTURA
Uma parceria firmada entre a Editora Nova Antídoto e a
Livraria Cultura garantirá aos leitores interessados em obras sobre Marxismo e
política revolucionária adquirir livros lançados pela LBI. O primeiro trabalho
já disponível na Livraria Cultura é o livro “Um breve ensaio da gênese do
programa de Marx sobre a economia capitalista” escrito pelo jornalista Candido
Alvarez. Em breve outras obras da Editora Antídoto também estarão disponíveis
na Livraria Cultura.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
LIVRO SOBRE OS CONFLITOS NO ORIENTE MÉDIO, UMA OBRA
VISIONÁRIA DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO: "DE TRÍPOLI A
TEERÃ - AS PROVOCAÇÕES TERRORISTAS CONTRA A SÍRIA SÃO A SEGUNDA ESCALA DA
OFENSIVA IMPERIALISTA"
Em meados de 2011, quando estavam sendo travados os combates
na Líbia entre as milícias populares que apoiavam o coronel Kadaffi e os
“rebeldes” auxiliados pelos bombardeios da OTAN, o imperialismo já patrocinava
os mercenários terroristas que hoje tentam desestabilizar o governo da
oligarquia Assad. Tanto que neste período lançamos um alerta que as novas
“manifestações” patrocinadas pelo imperialismo eram um pretexto para o
incremento de provocações contra a Síria. Com a derrota do regime nacionalista
líbio e ascensão dos títeres do CNT após o assassinato de Kadaffi, em outubro, esta
escalada ganhou ainda mais impulso. Como explicamos a época, o regime da
oligarquia Assad, por seu apoio ao Hezbollah e a luta contra o Israel, não era
um aliado totalmente confiável aos EUA como a Jordânia ou a Arábia Saudita,
ainda que tivesse prestado valorosos serviços a Casa Branca. Hoje, o
imperialismo publicamente já reconhece que vem enviando armas pesadas e
munições aos mercenários do “Exército Livre da Síria” e os treinados na
Turquia, Catar e Arábia Saudita. Vários contingentes de “ex-rebeldes” líbios se
encontram na Síria para apoiar os ataques ao governo e o exército nacional
sírio. Ao avançar contra a Síria, o imperialismo deseja derrubar ou neutralizar
o regime Assad para chegar em melhores de condições de combate contra o seu
principal alvo na região, o Irã, atual alvo da provocação imperialista com o assassinato do general Suleimani. O processo de desestabilização do governo de
Bashar Al Assad por parte do imperialismo e de Israel, através do apoio a
grupos internos “rebeldes” tribais arquirreacionários, representa a tentativa
da Casa Branca de alterar completamente a chamada geopolítica do Oriente Médio,
colocando sob seu controle não só a Síria, mas avançando em sua ofensiva sobre
o Hezbollah no Líbano e, caso tenha sucesso nesta empreitada neocolonialista,
assentando as bases para um ataque militar ao Irã, já que não conseguiu o apoio
interno necessário para debilitar o regime nacionalista comandado por
Armadinejad. Nesse cenário dramático e polarizado como a guera em curso entre Irã e EUA, é que relançamos o livro “De
Trípoli a Teerã: As provocações terroristas contra a Síria são a segunda escala
da ofensiva imperialista”.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
EM HOMENAGEM AOS 61 DA REVOLUÇÃO SOCIAL NA ILHA: EDITORA NOVA ANTÍDOTO RELANÇA O LIVRO "OS GENUÍNOS TROTSKISTAS E A QUESTÃO CUBANA"
Assinar:
Postagens (Atom)




