LANÇADA A NOVA REVISTA MARXISMO REVOLUCIONÁRIO Nº 17
JANEIRO/2019
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
terça-feira, 14 de agosto de 2018
A EDITORA NOVA ANTÍDOTO PARABENIZA A LIGA BOLCHEVIQUE
INTERNACIONALISTA PELA MEMORÁVEL EDIÇÃO ESPECIAL COMEMORATIVA DO JORNAL LUTA
OPERÁRIA CELEBRANDO OS 80 ANOS DE FUNDAÇÃO DA IV INTERNACIONAL!
1938/2018 - VIVA OS 80 ANOS DA FUNDAÇÃO DA IV INTERNACIONAL!
No ano de 1938, na pequena cidade de Périgny, França,
realizou-se o Congresso de Fundação da IV Internacional. Leon Trotsky (que
viria a ser assassinado no mês agosto de 1940, pelo agente stalinista
infiltrado Ramón Mercader), impedido de estar presente na conferência de
fundação, o dirigente Bolchevique enviou uma saudação em forma de mensagem
gravada. Antes disso, décadas se passaram de amadurecimento da cisão política
no interior do movimento revolucionário internacional. As duras polêmicas entre
Trotsky e Stalin, representavam no fundo posições de classes sociais
antagônicas, e remontam os anos 23/24, quando a tese Marxista (até então
majoritária entre os Bolcheviques, e vigorosamente defendida por Lenin e
Trostky) da necessidade da continuidade da revolução proletária no plano
internacional para o triunfo da Revolução Russa, começa a perder espaço para a
doutrina reacionária da possibilidade de construir o “socialismo em um só
país”. Diante do refluxo do movimento revolucionário internacional após a
derrota da Revolução Alemã de 1919, essa palavra de ordem, defendida por
Stalin, gradativamente ganha espaço entre a burocracia do Partido Comunista
russo e também no próprio Movimento Comunista Internacional. Trotsky,
intransigente em seu programa do internacionalismo proletário, organiza com
seus partidário, em 1923, a Oposição de Esquerda, que se opunha a nascente
burocracia soviética,uma casta parasitária das relações de produção
semi-socialistas vigentes na URSS, analisando como produto de suas bases
materiais o atraso econômico e a pobreza ainda predominante na Rússia. Menos de
dez anos depois, os chamados Trotskistas são expulsos da III Internacional
(Comintern), já dominada pelos partidários da burocracia Stalinista. Trotsky
apesar do extremo isolamento político não vacila em fundar uma nova
Internacional da classe operária, e apesar de reunir menos de 30 delegados, o
congresso de Périgny lança a IV Internacional com a sólida base do Programa de
Transição. Apesar dos céticos e "aparatistas" duvidarem da
sobrevivência da IV, em função de suas reduzidíssimas forças militantes (cerca
de 50 Quadros políticos contra mais de 50 mil dirigentes Stalinistas), a frágil
Internacional se estendeu até os dias de hoje, na forma de seu legado
revolucionário. Os anos anteriores de divergências políticas entre Lenin e
Trotsky não impediram o dirigente maior da URSS de reconhecer, em suas últimas
palavras aos bolcheviques o papel extraordinário do "Velho Leon": “O
camarada Stálin, tendo chegado ao Secretariado Geral, tem concentrado em suas
mãos um poder enorme, e não estou seguro que sempre irá utilizá-lo com suficiente
prudência. Por outro lado, o camarada Trotsky, segundo demonstra sua luta
contra o CC em razão do problema do Comissariado do Povo de Vias de
Comunicação, não se distingue apenas por sua grande capacidade. Pessoalmente,
embora seja o homem mais capaz do atual CC, está demasiado ensoberbecido e
atraído pelo aspecto puramente administrativo dos assuntos.” (Testamento de
Lenin/ janeiro de 1923).
sábado, 12 de maio de 2018
LANÇAMENTO DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO E “PUBLICAÇÕES LBI”: UM LIVRO PARA A NOVA GERAÇÃO RESGATAR O “VELHO” MARX DAS GROSSEIRAS FALSIFICAÇÕES REVISIONISTAS ACERCA DO “GRUNDRISSE”
ÍNDICE
PREFÁCIO
HÁ 200 ANOS NASCIA KARL MARX: UMA VIDA DEDICADA A ELABORAR O
PROGRAMA COMUNISTA DO PROLETARIADO MUNDIAL
CAPÍTULO 1
A GÊNESE DA ELABORAÇÃO
DE MARX
CAPÍTULO 2
O MANIFESTO COMUNISTA COM ENGELS
CAPÍTULO 3
DESAFIOS PRÁTICOS E TEÓRICOS DA FORMULAÇÃO DO PROGRAMA
ECONÔMICO
CAPÍTULO 4
O REAL SIGNIFICADO DOS “GRUNDRISSE”
CAPÍTULO 5
EM DEFESA DA PRÁXIS REVOLUCIONÁRIA
POSFÁCIO
“O CAPITAL” COMPLETA 150 ANOS: VIDA LONGA A TEORIA
REVOLUCIONÁRIA DO MARXISMO LENINISMO
APÊNDICE
DISCURSO DIANTE DO TÚMULO DE KARL MARX
Frederich Engels (17 de Março de 1883)
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
terça-feira, 28 de novembro de 2017
NOSSA HOMENAGEM AO GRANDE REVOLUCIONÁRIO COMUNISTA FRIEDRICH
ENGELS QUANDO CELEBRAMOS SEU NASCIMENTO!
Em 28 de novembro 1820 nascia Friedrich Engels na cidade de Barmen, Alemanha. Jovem foi morar na Inglaterra a pedido de sua família burguesa, exatamente para comandar uma fábrica do clã em Manchester. Por "ironia" da história foi em contato direto com a classe operária que se converte as ideias do socialismo, e que logo depois ajudou a "lapidar". Neste período elabora seu primeiro clássico: "A situação da classe trabalhadora na Inglaterra", escrito em 1845. Nesta época tem o seu primeiro contato pessoal com Karl Marx, em Paris onde já residia seu grande companheiro de vida e de combates teóricos e práticos ao lado do proletariado. Engels ao lado de Karl Marx, estabeleceram as bases programáticas da luta pelo Socialismo Científico. Em sua homenagem publicamos o texto de Lenin em que o dirigente Bolchevique enaltece a figura desse genial teórico revolucionário e coautor do Manifesto Comunista. O texto que reproduzimos abaixo foi elaborado por Lenin que sempre atribuiu à obra de Engels uma importância fundamental. Expressou-a de modo particularmente incisivo no final do artigo que em 1914 escreveu sobre Marx “Para apreciar corretamente as concepções de Marx, é absolutamente preciso tomar conhecimento das obras do seu mais próximo companheiro e colaborador, Friedrich Engels. É impossível compreender o Marxismo e dar dele uma exposição completa sem ter em conta todas as obras de Engels”. Em momentos de profundo retrocesso político e ideológico entre a vanguarda militante, a LBI faz essa justa homenagem a Engels, um verdadeiro farol teórico e político para o proletariado mundial em sua luta pela Revolução Comunista e a Ditadura do Proletariado!
domingo, 26 de novembro de 2017
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
100 ANOS DA REVOLUÇÃO DE OUTUBRO: O BOLCHEVISMO VIVE! A
EDITORA NOVA ANTÍDOTO NA TRINCHEIRA POLÍTICA E IDEOLÓGICA DA LUTA
REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES!
Nós Trotskistas celebramos os 100 anos da Revolução de
Outubro de uma maneira muito especial, própria, defensista-revolucionária. Como
herdeiros políticos do criador e comandante do Exército Vermelho, jamais fomos
apologistas da então URSS burocratizada pelo stalinismo, porém sempre nos
postamos como defensores incondicionais do Estado operária soviético mesmo
degenerado até o fim de seus dias, na última das barricas de agosto de 1991.
Trata-se da posição nos legada por Trotsky em sua vida militante, como dirigente
da URSS, membro da Oposição de Esquerda e depois fundador da IV Internacional.
Por essa razão não nos admiramos que no centenário da tomada do poder pelo
Partido Bolchevique em 1917, a burguesia não descanse em propagandear na mídia
mundial vendida que o “comunismo morreu”, tentando para sempre espantar o
espectro da sociedade sem classes defendida cientificamente por Marx e Engels.
Se os capitalistas não se casam em tripudiar a obra de Lênin, Trotsky e do
proletariado soviético com argumentos reacionários próprios das classes
dominantes, a intelectualidade de “esquerda” (na verdade socialdemocrata) não
fica distante, mesmo a que se reivindica “marxiana”. Em um terreno supostamente
“mais elaborado” também é em geral crítica da experiência soviética, sempre que
pode repudia em suas “cátedras” ou blogs o leninismo por seu “modelo” de
partido “totalitário” comandado por “chefes infalíveis”, disciplinado de forma
militar, dividido hierarquicamente entre “dirigentes e dirigidos”, uma conduta
que supostamente segundo esses cretinos “esmagou a energia revolucionária do
proletariado” pavimentando o caminho da ditadura sobre o proletariado. O
centralismo democrático, pilar mestre do Partido Bolchevique que garantiu a
vitória de Outubro, é apresentado como um câncer burocrático responsável em
última instância, segundo esses pústulas, pelo surgimento da URSS como um
verdadeiro “cárcere dos povos”. Esses senhores chegam a identificar o Leninismo
com o stalinismo apesar de toda luta política e programática que o dirigente
maior bolchevique levou no fim da vida contra a burocratização do Partido e do
Estado, com revela seu Testamento Político. Por seu turno, os revisionistas do
Trotskismo, apesar de comemorarem formalmente a vitória de Outubro, não
souberam defendê-la quando atacada pelo bloco restauracionista comandado por
Yelstin em agosto de 1991, ao contrário, se postaram no campo do imperialismo
aplaudindo a queda do Muro de Berlim e o fim da URSS como uma “vitória
revolucionária” porque esse “acontecimento histórico” debilitaria o aparato
stalinista mundial. Aliás, “Muro” que estes renegados passaram décadas
repetindo como papagaios da furibunda reação capitalista que se tratava da
“vergonha” mundial da esquerda stalinista, uma propaganda voltada a atacar a
própria URSS. Ainda hoje celebram o fim da “Cortina de Ferro” atuando em
uníssono com o capital, desta forma ajudaram a arrancar as conquistas operárias
históricas de um terço da civilização humana, na destruição da URSS e em mais
de uma dezena de Estados Nacionais onde a economia foi socializada com a
extinção do mercado. Como se observa, defender Outubro hoje não se trata de um
gesto formal, de olhar de forma saudosista o passado há 100 anos atrás, mas de
forjar na atualidade a militância revolucionária com consciência de classe para
defender a vigência ideológica, política e programática do Partido Leninista e
o futuro comunista da humanidade, que hoje marcha a passos largos rumo a
barbárie. Nesta questão encontra-se o grande desafio dos genuínos Trotskistas hoje,
que mesmo isolados em função da ofensiva ideológica, política e cultural em
curso patrocinada pelo imperialismo mantém-se firmes na defesa de Outubro e da
construção do Partido Mundial da Revolução Proletária!
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
terça-feira, 17 de outubro de 2017
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
50 ANOS DO ASSASSINATO DE CHE: ISOLADO POR FIDEL E
ABANDONADO PELO PARTIDO COMUNISTA DA BOLÍVIA, GUEVARA TOMBA COM LIVRO DE
TROTSKY EM SUA MOCHILA
Ernesto Guevara foi covardemente assassinado em 8 de outubro de 1967, na Bolívia, pela sanguinária ditadura de Barrientos. Depois de o executarem, os gorilas assassinos a serviço do imperialismo cortaram suas mãos e sumiram com seu corpo, tentando apagar qualquer vestígio de sua existência sobre a face da terra. Porém, a memória dos oprimidos foi mais forte do que a sanha assassina dos exploradores. Cinquenta anos depois, o exemplo do homem, que deixou cargos e honras para sacrificar sua própria vida em outro país, lutando para expandir a revolução socialista, continua vivo e agiganta-se na medida em que a barbárie capitalista arrasta as massas à miséria e coloca na ordem do dia a luta pelo socialismo em todo o mundo. Che Guevara levava em sua mochila e lia, nos últimos meses de sua vida, quando combatia na Bolívia, uma cópia de um dos tomos da História da Revolução Russa, de Trotsky, livro este encontrado pelo exército boliviano no acampamento guerrilheiro. Anos antes ele havia lido a trilogia de Isaac Deutscher sobre o fundador da IV Internacional. Isto mostra o interesse que Guevara tinha em conhecer mais a obra do revolucionário russo e dirigente da Revolução de Outubro, ainda que não se declarasse simpático ao trotskismo, apesar da burocracia stalinista soviética tê-lo acusado de tal “heresia”. Che morreu isolado por Fidel e abandonado pelo Partido Comunista da Bolívia, um política literalmente criminosa do Stalinismo mundial. Ressaltamos esses aspectos por que neste momento em que o Império ianque volta a fazer provocações contra Cuba, exigindo a saída de seus embaixadores do país, o legado do Che vigora como um guia revolucionário para as novas gerações de combatentes internacionalistas.
terça-feira, 19 de setembro de 2017
LEIA A APRESENTAÇÃO DO LIVRO “TESES TROTSKISTAS ACERCA DA
GUERRA IMPERIALISTA CONTRA A LÍBIA” PUBLICADO EM 2011 PELA LBI E AGORA
DISPONIBILIZADO PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO
APRESENTAÇÃO
Resolvemos publicar as "Teses trotskistas acerca da
guerra imperialista contra a Líbia" quando ainda não se decidiram os rumos
finais do conflito travado no norte da África entre o exército nacional líbio e
os "rebeldes" a serviço da CIA, apoiados pelas forças piratas da
OTAN. Ousamos fazê-lo porque compreendemos o lançamento das próprias Teses como
parte do combate teórico e político travado pela LBI, desde o primeiro momento
político do conflito, em defesa da vitória militar na nação oprimida atacada pelo
imperialismo.
A ofensiva das grandes potências capitalistas se acentua por
terra e ar na medida em que o povo líbio e as forças que apóiam o regime
nacionalista de Kadaffi impõem derrotas militares aos "insurretos"
nas principais cidades líbias. Essa realidade vem pondo a nu, a cada dia que
passa, a escandalosa posição dos revisionistas do trotskismo que vendem a
investida imperialista como parte da mal chamada "revolução árabe",
mas não conseguem explicar porque estes supostos "revolucionários",
sem apoio popular, sobrevivem apenas porque recebem suporte econômico e militar
da Casa Branca e seus sócios da União Europeia. Em nome do combate a
"ditadura sanguinária de Kadaffi" os revisionistas alinham-se
integralmente às investidas políticas e militares do imperialismo, travestido
de paladino da "democracia".
As Teses sintetizam as bases teóricas e políticas da
orientação defendida pela LBI até agora na guerra em curso e apontam que uma
vitória militar da Líbia contra a agressão colonialista da OTAN teria um enorme
impacto na luta de classes em nível mundial, questionando o domínio
imperialista em todo o planeta! Por isso estamos no campo militar da Líbia e
pela sua vitória, com total independência política de Kadaffi, lutando por
derrotar o inimigo principal dos povos. Este é no momento o principal teste
ácido da luta de classes por que atravessamos neste século XXI e prova o quanto
as correntes pseudotrotskistas renegam o abc do marxismo, o que revela o enorme
retrocesso político e ideológico que se abateu no interior da vanguarda
militante desde a queda da URSS e a liquidação contrarrevolucionária do Muro de
Berlim. Estamos vendo e vivendo o clímax desse processo de adaptação da
"esquerda" à democracia burguesa e por isso o combate da LBI, mesmo assumindo
a modéstia de nossas forças, ganha um vulto ainda mais importante.
O livro "Teses trotskistas acerca da guerra
imperialista contra a Líbia" está divido em três tópicos. O primeiro
"Em defesa da vitória militar da Líbia sobre a OTAN" é composto pelas
Teses propriamente ditas e artigos elaborados pela LBI sobre a necessidade da
unidade de ação para derrotar as forças imperialistas. O segundo tópico
"Demarcando campo com o nacionalismo burguês" está integralmente
dedicado a nossa denúncia das concessões feitas por Kadaffi ao imperialismo e
ao próprio caráter de classe do regime líbio, incapaz por sua própria natureza
de classe de levar uma luta consequente contra o imperialismo. Nesse ponto nos
delimitamos dos stalinistas e chavistas que dão apoio político a Kadaffi, sem
no entanto nos somarmos à campanha dos piratas capitalistas para imporem um
regime servil aos seus interesses políticos e econômicos como faz todo o arco
revisionista, inclusive aqueles que formalmente se dizem contra a intervenção
da OTAN. Desta forma, demolimos os "argumentos" daqueles que nos
acusam de forma infame de "capitular a Kadaffi" simplesmente por
reconhecermos as conquistas populares que ainda sobrevivem neste país do
Magreb, produto do próprio movimento de corte nacionalista que depôs a
arquirreacionária monarquia em 1969, conquistas reais que o imperialismo deseja
liquidar com a agressão colonialista em curso. Por fim, no ponto "Polêmica
com a esquerda reformista", expomos o combate que a LBI, a primeira
organização política a caracterizar os "protestos" em Benghazi como
uma ação orquestrada pela CIA, vem travando com as diversas variantes dos
revisionistas do trotskismo (LIT, POR, LCI...) até o maoísmo, em um debate que
só fortaleceu o que vimos defendendo desde o primeiro momento no conflito,
quando nos opomos a esses ventríloquos da grande mídia burguesa que saudaram as
"manifestações" na Líbia como uma "revolução" e levantam
histericamente o "Abaixo Kadaffi" fazendo coro com a Casa Branca e
seus aliados imperialistas europeus.
Temos orgulho de nossa posição principista que honra o
legado de Trotsky. Ao publicar as Teses a "pequena" LBI entende que
está dando uma importante contribuição para auxiliar a vanguarda militante a
ter uma justa compreensão da difícil etapa histórica por que atravessamos e das
tarefas que temos pela frente. Ao mesmo tempo, em contraposição a toda
propaganda contra o leninismo, levada a cabo não só pela mídia burguesa, mas
também desde o interior da própria "esquerda", reafirmamos nas Teses
a necessidade da adoção de um programa revolucionário que possa armar a
militância comunista teoricamente para erguer um genuíno partido
marxista-leninista, reconstruindo a IV Internacional.
Os Editores
Abril 2011
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SUMÁRIO
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APRESENTAÇÃO
I- EM DEFESA DA VITÓRIA MILITAR DA LÍBIA SOBRE A OTAN
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Teses trotskistas acerca da guerra imperialista contra a
Líbia
É possível ser anti-imperialista apoiando os
"rebelados" pró-OTAN?
Verdades e mentiras sobre o regime vigente na Líbia
Defesa incondicional da nação líbia diante da ocupação
imperialista
Casa Branca e ONU tramam derrubada
"revolucionária" de Kadaffi
Mobilizações pró-imperialistas "sacodem" a Líbia
II- DEMARCANDO CAMPO COM O NACIONALISMO BURGUÊS
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É possível derrotar as forças do imperialismo alimentando
falsas ilusões no regime de Kadaffi?
Chávez põe as "barbas de molho" diante da ofensiva
imperialista mundial
Os métodos torpes com que Kadaffi defende a Líbia da
agressão imperialista
III- POLÊMICA COM A ESQUERDA REFORMISTA
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É possível ocorrer uma "revolução" utilizando as
armas da OTAN e coordenada por Barak Obama? Os canalhas do PSTU e da LIT dizem
que sim!
Os "amigos" de Obama, da contra-revolução no
Oriente e da restauração capitalista em Cuba
É possível defender a Líbia dos ataques imperialistas
proclamando-se ao mesmo tempo "Contra a intervenção da OTAN" e pelo
"Abaixo Kadaffi"?
A Nova Democracia não sabe de que lado ficar em meio à
ofensiva imperialista na Líbia
Com a morte de Guillermo Lora, o POR (Brasil) perde de vez o
fio e o prumo do programa revolucionárioquarta-feira, 13 de setembro de 2017
LEIA A APRESENTAÇÃO DO LIVRO “LIÇÕES DE OUTUBRO” ESCRITA POR
LEON TROTSKY
É PRECISO ESTUDAR OUTUBRO
(Setembro de 1924)
Se é verdade que na Revolução de Outubro tivemos sorte,
outro tanto não se poderá dizer do seu lugar na nossa literatura. Ainda não
dispomos de uma única obra que dê um quadro geral da revolução de Outubro,
fazendo sobressair os seus principais momentos do ponto de vista político e
organizativo. Além disso, ainda não foram editados os materiais que
caracterizam os diferentes aspectos da preparação da revolução ou a própria
revolução. Publicamos muitos documentos e materiais sobre a história da
revolução e do Partido, antes e depois de Outubro; todavia, especificamente a
Outubro, consagra-se muito menos atenção. Realizado o golpe de força, parece
que decidimos nunca mais ter que o repetir; parece que não esperávamos uma
utilidade direta do estudo de Outubro e das condições da sua preparação
imediata, quanto às tarefas urgentes de organização ulterior.
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
LEIA A APRESENTAÇÃO DO LIVRO “MARXISMO E TERRORISMO” DE LEON TROTSKY CUJA SEGUNDA EDIÇÃO FOI PUBLICADA PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO
LEON TROTSKY E O 11 DE SETEMBRO
(11/09/2002)
(11/09/2002)
O 11 de Setembro conseguiu conquistar um fato inédito na história do chamado movimento trotskista internacional ao longo dos últimos 50 anos, qual seja, a unanimidade (ou quase, a exceção ficou por conta da LBI) monolítica à condenação do ataque ao Pentágono e às Torres Gêmeas, onde se localizava a sede da agência da CIA em New York, "pequeno detalhe" omitido completamente. Invocando o velho bolchevique, os bastardos do trotskismo, os mesmos que enlameiam a bandeira da IV Internacional nos mastros da frente popular, logo se apressaram em prestar solidariedade às vítimas "inocentes", alvos da sanha "criminosa" de bárbaros muçulmanos que recorrendo aos métodos do "terrorismo individual" teriam provocado a fúria do grande império, trazendo enormes prejuízos aos seus "planos" políticos de ascenderem os degraus do Estado "democrático" pela via do sufrágio universal. Estes revisionistas de todos os matizes, nem sequer envergonharam-se em somar ao coro do governo Bush e sua frente "antiterror" na condenação do ataque militar sofrido pelos EUA em 11 de setembro.
domingo, 27 de agosto de 2017
O LIVRO "QUESTÕES DO MODO DE VIDA" ESCRITO POR LEON TROTSKY EM 1923 E IMPRESSO NO ANO DE 2004 PELAS PUBLICAÇÕES LBI SERÁ EM BREVE RELANÇADO PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO! AGUARDEM!
Apresentamos aos nossos leitores mais um clássico da
literatura marxista, “Questões do Modo de Vida”, escrito por Leon Trotsky,
então Comissário do Povo para o Exército e a Marinha da URSS, em 1923. A
princípio, pode parecer estranho que Trotsky, dirigente político e militar da
Revolução de Outubro, detenha alguma preocupação teórica sobre um tema
aparentemente secundário, como os hábitos e costumes do proletariado. No
entanto, se esta questão adquiriu tamanha importância foi devido às
contradições e conflitos sociais, resultantes da situação gerada pelo "comunismo de guerra". Para enfrentar as conseqüências da guerra civil, o
Estado operário soviético se viu obrigado, em 1921, a adotar a NEP, com o
objetivo de acabar com a política de requisições forçadas no campo,
incentivando, através de medidas de mercado, o desenvolvimento da indústria e
do comércio, e estimulando os interesses dos pequenos proprietários em meio à
uma economia arrasada. Foram anos duros para a revolução, ainda mais
considerando o seu grau de isolamento internacional, já que a onda
revolucionária na Europa no pós-guerra, principalmente com o esmagamento da
revolução alemã, tinha sido derrotada pela contra-revolução. Se a NEP era
economicamente necessária para o soerguimento das forças produtivas,
politicamente era perigosa à revolução, porque ampliava o fosso de
desigualdades sociais e econômicas entre os ‘kulaks’ (camponeses ricos) e os
‘biedniaks’ (camponeses pobres), fazendo nascer os ‘nepmen’, novos burgueses.
Na cidade, o melhor da vanguarda proletária tinha sido liquidada na guerra
civil. A NEP fez surgir uma nova classe operária, oriunda do campesinato e
totalmente carente de qualquer tradição política revolucionária. Constatou-se
que esta jovem classe operária, sensível à influência dos nepmen que oferecia
um modelo de vida (enriquecimento individual e o gosto pelo lucro)
completamente estranho aos ideais de Outubro, tinha um baixo nível de
consciência de classe, além de não ter uma vanguarda com tradições bolcheviques
que lhe educasse política e ideologicamente; pelo contrário, nas fábricas, os
elementos mais conscientes eram presas fáceis do stalinismo, já em ascensão.
Preocupado com esta situação, Trotsky defendeu o que se passou a chamar de
‘militantismo cultural’, isto é, um amplo trabalho organizacional dirigido a
compreender e clarificar os problemas das diversas esferas da vida do
comportamento das massas russas: família, religião, alcoolismo, sexo, relação
entre os sexos, opressão feminina etc., no sentido de desenvolver nas massas
uma consciência de classe dos objetivos da revolução e, desse modo, dotá-las de
valores e ideais baseados na solidariedade e na camaradagem. Esta ação foi
chamada oficialmente de ‘Pérestroika Byta’, ou Reconstrução do modo de vida.
Como o próprio Trotsky afirma no livro: ‘A história não dá gratuitamente, se
faz um desconto numa coisa, sobre a política, vai recuperá-lo por outro lado,
sobre a cultura. Quanto mais fácil foi (relativamente, entende-se) ao
proletariado russo fazer a revolução, tanto mais difícil será a construção
socialista. Apesar do modo de vida ter suas raízes na economia, ele não evolui
com a mesma velocidade em que esta é radicalmente transformada, por isso,
costuma refletir as tradições conservadoras do passado mais do que a do presente.
Tanto na política, como na economia, a intervenção da classe operária para
resolver suas tarefas históricas se dá através de sua vanguarda, o partido
revolucionário, mas quando se trata do domínio de sua vida cotidiana, ela
pulveriza-se nas células familiares, por isso também é que o alcance das
conquistas da revolução para modificar a maneira de pensar e agir do
proletariado tem um efeito retardado. Para minimizar e corrigir esta defasagem
ideológica entre o que a história permitiu politicamente, a conquista do
primeiro Estado operário do planeta, e o peso do atraso cultural e das
tradições conservadoras nas relações sociais das massas russas, Trotsky foi
impulsionado a escrever a brochura “Questões do Modo de Vida”, a partir do
material colhido das discussões e entrevistas com um grupo de agitadores e
propagandistas de Moscou que lhe respondeu uma série de perguntas sobre o modo
de vida das massas pós-revolução, material reproduzido na íntegra no livro lançado inicialmente pelas Publicações LBI em dezembro de 2004. A conclusão desse debate consiste
na compreensão de que o trabalho para o fortalecimento das bases econômicas
planificadas do Estado exige também um trabalho simultâneo e complementar, numa
relação dialética, para mudar a forma de pensar e agir da classe operária, sem
precisar opor uma tarefa contra a outra, como se fossem excludentes. Ao
contrário de criar uma ‘cultura proletária’ de laboratório como queria Stálin,
era necessário conhecer o modo de vida das massas para poder transformá-lo por
meio do militantismo cultural, dedicado à sua educação política a partir de
pequenas coisas, como lhes ensinar noções de higiene, alfabetizá-las,
aproximá-las das artes e da cultura produzida pela humanidade etc. Ao mesmo
tempo, em seu livro, Trotsky combate a influência reacionária da Igreja sobre
as relações familiares, o alcoolismo como mal capitalista para embotar a
consciência de classe, incentiva a audiência ao cinema pelas massas, critica a
submissão da mulher como simples acessório masculino etc. Só um burocrata é capaz
de negligenciar os detalhes práticos de um problema porque ignora que projetos
grandiosos exigem atenção aos pequenos detalhes. Passados 94 anos da publicação
desta obra, é impressionante o grau de atualidade que ainda guarda.
Infelizmente, parte da esquerda que se diz revolucionária está longe de forjar
uma consciência de classe para fortalecer ideologicamente a vanguarda
militante, transformando seus militantes em verdadeiros soldados da revolução,
justamente porque já capitulou política e programaticamente, ao colar-se à
cauda de todas as variantes da democracia burguesa e do nacionalismo vulgar.
Nesse sentido, também esses setores são incapazes de combater ideologicamente a
burguesia. É comum constatarmos o caráter pequeno burguês desse tipo de militância,
acostumada a colocar seus interesses pessoais acima das tarefas e disciplinas
partidárias; prostituem o marxismo e renunciam ao leninismo, abraçando uma
militância ‘light’ somente nas horas livres, obedientes ao calendário festivo
da ‘esquerda’. Também são freqüentes casos de militantes que se casam sob as
bençãos do clero e o silêncio criminoso de suas correntes ‘revolucionárias’,
reproduzindo o modelo burguês de família e casamento. A Editora Nova Antódoto espera que o relançamento do livro “Questões do Modo Vida”, há tempos esgotado no
Brasil, contribua efetivamente para que a vanguarda combativa apreenda as
lições deixadas pelo proletariado soviético e seu velho dirigente, Leon
Trotsky. Que esta iniciativa sirva para superar os limites que suas direções reformistas
impõem aos ativistas classistas para abraçar a militância revolucionária na
gigantesca tarefa de forjar o partido revolucionário, a IV Internacional, única
organização capaz de destruir a atmosfera de opressão espiritual e reação
ideológica, imposta pelo imperialismo assassino após a queda da URSS.
sábado, 26 de agosto de 2017
NOVA TIRAGEM PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM AS
PUBLICAÇÕES LBI DO RARÍSSIMO LIVRO DE TROTSKY "A SITUAÇÃO REAL DA
RÚSSIA" ESCRITO EM 1929. ADQUIRA SEU EXEMPLAR!
A obra que oferecemos aos leitores foi impressa no Brasil no
ano de 1932 com o título "A Verdade sobre a Rússia", encontrando-se
esgotado há muitas décadas nas livrarias do país. O texto, originalmente
publicado no ano de 1929 sob o título "A situação real da Rússia"
foi o primeiro livro de Trotsky escrito no exílio, na ilha turca de Prinkipo. A
republicação dessa obra busca resgatar os escritos que expuseram, pela
primeira vez ao mundo, as críticas de Trotsky e da Oposição Unida à
burocratização imposta por Stálin na URSS.
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
“O CAPITAL” COMPLETA 150 ANOS: EDITORA NOVA ANTÍDOTO DESEJA VIDA
LONGA A ESSA OBRA TEÓRICA REVOLUCIONÁRIA DO MARXISMO LENINISMO!
Em 16 de agosto de 1867 Marx finaliza a elaboração do
primeiro tomo de “O Capital”, após anos de pesquisa e reflexão teórica. É um
período em que Marx estreita seus vínculos com o movimento operário, então
norteado por teses anarco-economicistas que não conseguiam explicar com
profundidade toda a dinâmica do regime capitalista, desde o mundo do trabalho
até o acúmulo de riquezas das classes dominantes. Nesta época envia uma carta
breve e comovente a Frederich Engels como um tributo ao seu novo trabalho intelectual:
“Se foi possível, devo-o apenas à você. Sem seus sacrifícios em meu favor eu
jamais teria conseguido realizar o imenso trabalho exigido pelos três tomos. Eu
cumprimento-o com enorme gratidão”. Sem sombra de dúvida uma contundente
demonstração de camaradagem militante de Marx, que rejeitava qualquer
"título" ou vaidade acadêmica de "brilhantismo". O Capital
cuja influência sobre a história contemporânea da luta de classes é
incalculável, desperta desde o fim do século XIX uma polêmica teórica permanente
sobre a sua natureza. Mas no que consiste precisamente a essência das teses
contidas no “Capital”? É uma obra econômica? É um texto filosófico? É o
nascedouro da sociologia moderna ou uma plataforma científica para a política
revolucionária do proletariado? Para Marx, a economia política se distingue da
ciência clássica, ou seja , uma ciência que se transformou em ideologia. A
evolução da economia política foi interrompida e ela se desviou da via
científica, pois permaneceu prisioneira dos preconceitos e das ideias da classe
dominante da sua época, a classe burguesa. É em decorrência da própria lógica
da economia política clássica, que teria conduzido obrigatoriamente à
condenação do modo de produção capitalista, ao desvelamento de suas
contradições, descoberta de seu caráter transitório e ao prenúncio de seu fim,
que os economistas burgueses não foram capazes de levar a termo a obra de Adam
Smith e de Ricardo, e que a escola clássica de economia política começou a se
desagregar. Ao efetuar a crítica da economia política, Marx combinou
simultaneamente três elementos distintivos, primeiramente analisar o
funcionamento da economia capitalista, dissecando suas contradições e mostrando
o quanto a ciência econômica oficial é incapaz de dar conta destas e de explicá-las.
Analisando as teorias dos economistas burgueses, revelando suas contradições,
insuficiências e equívocos, localizando suas raízes em sua função ideológica,
em relação à sociedade burguesa. E por fim, analisou a luta de classe entre
capitalistas e trabalhadores, de maneira a encarnar a evolução econômica e
ideológica nos homens concretos, que fazem sua própria história, em última
instância, através das condições objetivas da luta de classes. O “Capital” não
pretende explicar todas as sociedades humanas, passadas e futuras. Ele se
contenta, mais modestamente, em explicar apenas a sociedade predominante há
quatro séculos: a sociedade burguesa, e desta forma apontar uma nova
perspectiva histórica para a humanidade. Para poder elucidar o funcionamento do
modo de produção capitalista, Marx é obrigado a localizar a origem das
“categorias econômicas” (mercadoria, valor, dinheiro, capital), cuja gênese
está na sociedade pré-capitalista. Ele é obrigado, portanto, a exercer o ofício
de historiador, a prover também os elos fundamentais para a compreensão das
sociedades pré-capitalistas. Marx não pode analisar as contradições do modo de
produção capitalista com justeza sem, com isso, dar à classe trabalhadora um
instrumento de luta poderoso, sem intervir, por essa razão, ativamente nesta
luta de classes e sem procurar orientá-la a um objetivo preciso: a derrubada do
regime de produção capitalista.
terça-feira, 15 de agosto de 2017
LBI DISPONIBILIZA O ARQUIVO COMPLETO DAS EDIÇÕES DO
JORNAL LUTA OPERÁRIA NO SITE DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO!
Através de um amplo trabalho de pesquisa e resgate estamos começando a disponibilizar para nossos leitores as diversas edições do Jornal Luta Operária, porta-voz oficial da LBI. As edições mais antigas serão escaneadas e publicadas no site em breve. Os camaradas e leitores que desejarem colaborar com esse arquivo histórico revolucionário entrem em contato conosco: editoranovatidoto@gmail.com
terça-feira, 8 de agosto de 2017
LANÇADA BROCHURA DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM AS PUBLICAÇÕES LBI: “UM
PROGNÓSTICO MARXISTA 100% CONFIRMADO... MAIS: COMPLETANDO UM ANO DE INTEGRAÇÃO
REVISIONISTA AO PSOL E A SOCIALDEMOCRACIA DE ‘ESQUERDA’”. ADQUIRA O SEU EXEMPLAR!
Lançamos a brochura “UM PROGNÓSTICO MARXISTA 100% CONFIRMADO... MAIS:
COMPLETANDO UM ANO DE INTEGRAÇÃO REVISIONISTA AO PSOL E A SOCIALDEMOCRACIA DE
‘ESQUERDA’” com uma coletânea de artigos para
marcar publicamente nossa delimitação com o MAIS e acima de tudo defender a necessidade de construção de um autêntico
do Partido Revolucionário e Internacionalista, tarefa obviamente que nem o PSTU
nem a ala “esquerda” do PSOL podem levar a cabo.
![]() |
Assis Araújo, bancário e militante do MAIS, recebe o livro
da LBI com bastante interesse político
|
sábado, 29 de julho de 2017
O LIVRETO DA EDITORA "PUBLICAÇÕES LBI" EM PARCERIA
COM A EDITORA "NOVA ANTÍDOTO", ACERCA DA TRAJETÓRIA POLÍTICA DO GRUPO
"MAIS" JÁ ESTÁ CHEGANDO EM ALGUMAS LIVRARIAS DO PAÍS, COMO NA
"ARTE &CIÊNCIA" EM FORTALEZA: EM BREVE INFORMAREMOS OUTRAS
LIVRARIAS ONDE A PUBLICAÇÃO ESTARÁ DISPONÍVEL
ÍNDICE
Apresentação
1 - Racha no PSTU ou a saída antecipada da “comissão de
frente” para aguardar o restante do bloco no interior do PSOL? O aviso da “ruptura amistosa” é claro: se não
nos seguirem vão acabar como uma suicida “seita esquerdista”!
2 - Nasce uma nova corrente na esquerda: "Mais" ou
menos trotskista...
3 - Descobrimos tardiamente que a dupla Valério e Waldo,
cânones do "Mais", apoiaram o sionismo e o estado de Israel na guerra
contra a Síria (Yom Kippur/73) porque Hafez Assad era um “ditador sangrento”...
4 - Mais e Nos anunciam tentativa de fusão: agrupando o que
já está unificado no reformismo do PSOL
5 - Resposta a Henrique “Canário”: O dirigente do “Mais”
canta o que agrada aos ouvidos dos militantes da esquerda pequeno-burguesa
6 - Grupo “Mais” integra frente ampla por “Diretas já” para
“restabelecer legitimidade ao sistema político”: a dupla Valério e Waldo se
enterra cada vez mais na tarefa de socorrer o regime em bancarrota atuando como
tendência “externa” do socialdemocrata PSOL
quarta-feira, 19 de abril de 2017
BOA AFLUÊNCIA NA NOITE DE AUTÓGRAFOS DESTA TERÇA- FEIRA NA
BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO: A LBI FOI PIONEIRA POLÍTICA NA DENÚNCIA DA FARSA
DA LAVA JATO, ENQUANTO O PRÓPRIO PT E TAMBÉM O PSOL(ATÉ HOJE)TRATAVAM DE
FESTEJAR A REPÚBLICA DE CURITIBA EM NOME DO FALSO COMBATE A CORRUPÇÃO. A
SÍNTESE DESTA CORAJOSA POSIÇÃO ESTÁ CONDENSADA NOS MAIS DE VINTE ARTIGOS
ORGANIZADOS NESTA RECENTE PUBLICAÇÃO DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO
DIRETO DA BIENAL DO LIVRO DO CEARÁ: LANÇAMENTO DA PUBLICAÇÃO
"OPERAÇÃO LAVA JATO, UM MOVIMENTO DO IMPERIALISMO PARA DESMORALIZAR O
CONJUNTO DO TECIDO POLÍTICO BURGUÊS DO PAÍS". APESAR DAS AMEAÇAS DO
JUSTICEIRO MORO A EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM O BLOG DA LBI MANTEVE A
SESSÃO DE AUTÓGRAFOS NESTA NOITE COM O AUTOR CANDIDO ALVAREZ
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
“PUBLICAÇÕES LBI” E EDITORA NOVA ANTÍDOTO ACABAM DE LANÇAR O
LIVRO OPERAÇÃO LAVA JATO UM MOVIMENTO DO IMPERIALISMO PARA DESMORALIZAR O
CONJUNTO DO TECIDO POLÍTICO BURGUÊS DO PAÍS. ADQUIRA O SEU EXEMPLAR!!!
O mais novo lançamento das Publicações LBI em parceria com a Editora Nova Antídoto, o livro “Operação
Lava Jato: Um movimento do imperialismo para desmoralizar o conjunto do tecido
político burguês do país”, cujo organizador é o Secretário-Geral da LBI,
Candido Alvarez, “visionário” dos graves desdobramentos políticos da ofensiva
judicial empreendida pelo Justiceiro Moro, serve como uma pequena bússola
política e teórica para colaborar que a vanguarda militante nacional trilhe a
senda da independência de classe em meio aos campos burgueses em disputa,
sabendo combater o fascismo sem capitular a política de colaboração de classes
da Frente Popular!
quarta-feira, 22 de junho de 2016
LANÇADA PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM AS PUBLICAÇÕES LBI A 3ª EDIÇÃO DO LIVRO: "O 'ACIDENTE'
FATAL DE CAMPOS E A 'OPERAÇÃO' EMBUSTE MARINA"
A Editora
“Nova Antidoto” lança a 3ª edição do livro “O ‘acidente’ fatal de Campos e a ‘operação’
embuste Marina: Teoria da Conspiração ou uma exigência do imperialismo?”
contendo uma análise marxista-revolucionária do quadro político-eleitoral
brasileiro desde que o avião do então candidato do PSB caiu em circunstâncias
até hoje não explicadas até mesmo pelos órgãos oficiais do governo, abrindo
caminho para que alçasse voo a postulação de Marina Silva ao Palácio do
Planalto.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
A EDITORA NOVA ANTÍDOTO E AS PUBLICAÇÕES LBI LANÇAM O LIVRO “A OFENSIVA IMPERIAL
PARA DESTRUIR A PETROBRAS”
A Editora Nova Antidoto publica o livro a “Ofensiva imperial
para destruir a Petrobras”. O título do novo lançamento não é uma mera figura
de linguagem ou apenas um recurso de retórica jornalística para definir o
objetivo central do imperialismo com relação a Petrobras. Nestes exatos dias estamos
vendo os passos iniciais de uma brutal ofensiva política, econômica e midiática
para de fato se esquartejar e desmantelar a Petrobras. O plano canalha é
reduzir a maior empresa estatal da América Latina, quando muito, em uma mera
extratora de óleo cru em alto mar (com altíssimo custo de operação) a fim de
que os grandes grupos econômicos internacionais possam seguir controlando
livremente os ramos mais lucrativos do mercado do petróleo nacional: a venda de
derivados e sua distribuição pelo território brasileiro. A se manter a equação
de vender óleo cru a “preço de banana” para depois comprar “na alta” o diesel e
a nafta processada dos trustes industriais anglo-ianques, teremos
inexoravelmente a futura quebra da Petrobras, ainda mais com o preço do barril
em baixa sistemática por pressão dos EUA. Sintonizado com os ditames da Casa
Branca e Obama, o decano tucano José Serra já defende abertamente o
desmembramento da Petrobras, propondo que a estatal venda a área de refino,
petroquímica, fabricação de plataformas, fertilizantes e abra mão da
distribuição de combustíveis no varejo para permitir a privatização do que
restar da empresa a baixíssimo custo. Desta forma tornamos o Brasil um país
eternamente submisso política e economicamente as potências imperialistas e as
"Sete Irmãs" (cartel das transnacionais do petróleo).
sexta-feira, 18 de março de 2016
LANÇADO LIVRO SOBRE OS 90 ANOS DO PCB PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM AS PUBLICAÇÕES LBI: "UMA ANÁLISE
TROTSKISTA DESDE A GÊNESE REVOLUCIONÁRIA ATÉ A TRAJETÓRIA DE COLABORAÇÃO DE
CLASSES DO 'PARTIDÃO'"
Em meio a essas comemorações de aniversário do PCB, a Editora Nova Antítodo lança sua nova
publicação "90 anos do PCB: Uma análise trotskista desde a gênese
revolucionária até a trajetória de colaboração de classes do 'partidão'"
como parte de nosso esforço teórico e político por defender as genuínas bases
programáticas do marxismo revolucionário, tão renegadas tanto pelo PCB como
pelo PCdoB ao longo desses 90 anos.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
"UMA CRITICA MARXISTA E REVOLUCIONÁRIA AO MODO PETISTA DE GOVERNAR" - NOVA EDIÇÃO, FRUTO DA PARCERIA NOVA ANTÍDOTO E PUBLICAÇÕES LBI!
sábado, 28 de março de 2015
LANÇADO PELAS PUBLICAÇÕES LBI E A EDITORA NOVA ANTÍDOTO O LIVRO "UMA ANÁLISE TROTSKISTA DA GUERRA NO LÍBANO" - VERSÃO ATUALIZADA!
Escrito no calor da guerra a agora atualizada, o que
apresentamos aos leitores no livro “Uma análise trotskista da Guerra no Líbano”,
é um dos primeiros balanços políticos dos acontecimentos e traz uma abordagem
ímpar do conflito. Uma organização militante revolucionária que se proclame
como tal não poderia se limitar a fazer uma cobertura dos fatos para meramente
constatar os horrores do massacre perpetrado pelas forças nazi-sionistas. Foi o
que fez a quase totalidade das correntes da chamada esquerda mundial. Adotaram
a postura do pacifismo pequeno burguês, reivindicando unicamente o fim do
massacre, limitando-se a fazer apelos impotentes e piedosos pela paz no Oriente
Médio e a exigir da ONU e dos governos capitalistas, cúmplices da sangrenta
carnificina, para que pressionassem Israel. Esta postura tem como objetivo
esquivar-se para não se posicionar em meio à guerra entre as duas forças
beligerantes desproporcionais, por ironia da história, o Golias Israel e o Davi
Hizbollah. A Liga Bolchevique Internacionalista foi a primeira corrente
política a pontuar a força da resistência libanesa e a caracterizar o
empatanamento da ofensiva sionista, como prenúncio do desastre militar
israelense que veio a se configurar integralmente ao final da batalha. Estes
elementos desembocaram em reveses políticos e militares inéditos para Israel na
história do conflito árabe-israelense, levando o governo nazi-sionista a
invocar a intervenção de uma coalizão imperialista sob a bandeira da ONU no
Líbano para socorrê-lo na luta contra o Hizbollah.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
RELANÇADO O LIVRO "CUT - UM REGISTRO HISTÓRICO DA TRANSFORMAÇÃO DA CENTRAL EM UMA AUTARQUIA ESTATAL A SERVIÇO DO CAPITAL", MAIS UMA INICIATIVA DA EDITORIA NOVA ANTÍDOTO E DAS PUBLICAÇÕES LBI!
O livro aborda o período desde a fundação da Central Única
dos Trabalhadores (CUT) até sua integração política e material no primeiro
governo Lula. Fundada no Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo, durante a
ditadura militar na época sob o comando do general Figueiredo e opondo-se, via
o chamado “novo sindicalismo”, aos pelegos do PCB, PCdoB e MR-8, a CUT hoje
está completamente integrada ao Estado capitalista. Enquanto o ascenso das
greves operárias no final dos anos 70 provocou o nascimento da CUT, uma central
operária que centralizava a luta dos trabalhadores contra a ditadura militar,
defendendo liberdade e autonomia sindical, significando um acontecimento
histórico progressivo, a ascensão do governo de frente popular do PT, por sua
vez, é um acontecimento político importante porque completou o processo de
integração e cooptação política e material da CUT ao Estado burguês. Tal fato
representa também um marco histórico que decretou a morte e a falência política
dessa entidade como instrumento de luta das massas exploradas.
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