sábado, 14 de março de 2020

LEIA A APRESENTAÇÃO DO NOVO LIVRO DA EDITORA NOVA ANTÍDODO: “A CRISE MUNDIAL DE SUPERPRODUÇÃO E O CORONAVÍRUS, UMA ABORDAGEM MARXISTA”


PANDEMIA DO CORONAVÍRUS: FUSÃO EXPLOSIVA DE CRISE CÍCLICA DO CAPITAL, GUERRA HÍBRIDA E COLAPSO DO SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE

Apresentamos aos nossos leitores e simpatizantes o mais recente lançamento da Editora Nova Antídoto em conjunto com as Publicações LBI, o livro “A CRISE MUNDIAL DE SUPERPRODUÇÃO E O CORONAVÍRUS, UMA ABORDAGEM MARXISTA”. Trata-se, antes de mais nada, de uma obra política militante comunista, escrita no calor dos acontecimentos da luta de classes e em meio a expansão da Pandemia que contagia o mundo deixando um rastro de morte. Assenta uma abordagem Marxista do que está por trás dessa ofensiva reacionária “viral” do imperialismo ianque (econômica, ideológica, social e comercial) contra seus adversários políticos, em particular a China e Irã e que tem como alvo mais amplo as massas proletárias do planeta. O livro é uma coletânea de 16 artigos publicados pelo BLOG da LBI desde o início da crise, obra voltada também para intervir nas lutas de massas e nos protestos populares contra o “Bolsonavírus” neofascista que acomete o nosso país assim como a epidemia de covardia política que propaga a esquerda reformista capitaneada pelo PT, PSOL e PCdoB.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

172 ANOS DO MANIFESTO COMUNISTA! NOSSO GUIA PARA AÇÃO REVOLUCIONÁRIA SEMPRE ATUAL PARA A LUTA DO PROLETARIADO MUNDIAL!

A Editora NovaAntítodo publica em homenagem aos 172 anos do Manifesto Comunista escrito por Marx e Engels o texto de Leon Trotsky, elaborado na cidade de Coyoacán, em seu exílio no México no dia 30 de outubro de 1937, comemorando os 90 anos do Manifesto. Para nós Trotskistas o Manifesto Comunista, esse guia para ação do proletariado mundial, encontra-se mais atual do que nunca, reafirmando a necessidade dos trabalhadores se organizarem internacionalmente em um Partido Revolucionário para derrotar a burguesia e liquidar o modo de produção capitalista!



                                                                       
A ATUALIDADE DO MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA
LEON TROTSKY (1937)

Custa acreditar que apenas dez anos nos separam do centenário do Manifesto do Partido Comunista. Este manifesto, o mais genial entre todos os da literatura mundial, surpreende-nos ainda hoje pela sua atualidade. Suas partes mais importantes parecem ter sido escritas ontem. Sem dúvida alguma, os jovens autores (Marx tinha 29 anos e Engels 27 ) souberam antever o futuro como ninguém antes e como poucos depois deles.

No prefácio à edito de 1872, Marx e Engels afirmaram que, mesmo tendo certos trechos secundários do Manifesto envelhecido, não tinham o direito de modificar o texto original, visto que, no decorrer dos vinte e cinco anos então passados ele já se transformara em um documento histórico. De lá para cá mais sessenta e cinco anos transcorreram. Algumas partes isoladas envelheceram ainda mais. Consequentemente, neste prefácio apresentaremos, de forma resumida, as idéias do Manifesto que, até nossos dias conservam integralmente sua força e aquelas que necessitam de sérias modificações ou complementos.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

KARL MARX: QUANDO O JOVEM HEGELIANO JÁ ERA MARXISTA NA TEORIA DA ALIENAÇÃO


O termo teórico “alienação”, em um sentido mais geral, corresponde a separação dos indivíduos de si mesmos e dos outros socialmente. Originalmente, era um termo com conotações filosóficas e religiosas, mas o genial Marx, em seus Manuscritos econômico-filosóficos de 1844, o transformou em um conceito “sociológico” científico, considerando que um departamento humano tinha raízes em estruturas sociais que negou à pessoa sua natureza humana essencial que foi feita no trabalho.  Desde que seja uma atividade criativa e realizada em cooperação.  Portanto, o processo de produção é um processo de “objetificação”, através do qual os homens fazem objetos materiais que incorporam a criatividade humana e, no entanto, permanecem como entidades separadas de seus criadores. A alienação ocorre então, quando o homem histórico não é mais reconhecido em seu produto, uma vez objetivado, ele se torna estranho a ele, “não é mais seu” e se opõe a ele como um “poder autônomo".  A objetificação, no entanto, só se torna alienação nas circunstâncias históricas específicas do capitalismo, como uma etapa do desenvolvimento das forças produtivas da humanidade. Nesta sociedade de classes são os capitalistas que se apropriam dos produtos criados por outros, o proletariado. Esta é, em síntese, a origem da alienação.  Pode-se afirmar, nesse ponto, que Marx via a alienação como um estado subjetivo, como uma categoria estrutural que descrevia as disposições sociais e econômicas do capitalismo, e não mais como abstração imaterial de seus colegas hegelianos de “esquerda” idealistas.

domingo, 19 de janeiro de 2020

PARCERIA ENTRE EDITORA NOVA ANTÍDOTO E LIVRARIA CULTURA 


Uma parceria firmada entre a Editora Nova Antídoto e a Livraria Cultura garantirá aos leitores interessados em obras sobre Marxismo e política revolucionária adquirir livros lançados pela LBI. O primeiro trabalho já disponível na Livraria Cultura é o livro “Um breve ensaio da gênese do programa de Marx sobre a economia capitalista” escrito pelo jornalista Candido Alvarez. Em breve outras obras da Editora Antídoto também estarão disponíveis na Livraria Cultura.


quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

LIVRO SOBRE OS CONFLITOS NO ORIENTE MÉDIO, UMA OBRA VISIONÁRIA DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO: "DE TRÍPOLI A TEERÃ - AS PROVOCAÇÕES TERRORISTAS CONTRA A SÍRIA SÃO A SEGUNDA ESCALA DA OFENSIVA IMPERIALISTA"


Em meados de 2011, quando estavam sendo travados os combates na Líbia entre as milícias populares que apoiavam o coronel Kadaffi e os “rebeldes” auxiliados pelos bombardeios da OTAN, o imperialismo já patrocinava os mercenários terroristas que hoje tentam desestabilizar o governo da oligarquia Assad. Tanto que neste período lançamos um alerta que as novas “manifestações” patrocinadas pelo imperialismo eram um pretexto para o incremento de provocações contra a Síria. Com a derrota do regime nacionalista líbio e ascensão dos títeres do CNT após o assassinato de Kadaffi, em outubro, esta escalada ganhou ainda mais impulso. Como explicamos a época, o regime da oligarquia Assad, por seu apoio ao Hezbollah e a luta contra o Israel, não era um aliado totalmente confiável aos EUA como a Jordânia ou a Arábia Saudita, ainda que tivesse prestado valorosos serviços a Casa Branca. Hoje, o imperialismo publicamente já reconhece que vem enviando armas pesadas e munições aos mercenários do “Exército Livre da Síria” e os treinados na Turquia, Catar e Arábia Saudita. Vários contingentes de “ex-rebeldes” líbios se encontram na Síria para apoiar os ataques ao governo e o exército nacional sírio. Ao avançar contra a Síria, o imperialismo deseja derrubar ou neutralizar o regime Assad para chegar em melhores de condições de combate contra o seu principal alvo na região, o Irã, atual alvo da provocação imperialista com o assassinato do general Suleimani. O processo de desestabilização do governo de Bashar Al Assad por parte do imperialismo e de Israel, através do apoio a grupos internos “rebeldes” tribais arquirreacionários, representa a tentativa da Casa Branca de alterar completamente a chamada geopolítica do Oriente Médio, colocando sob seu controle não só a Síria, mas avançando em sua ofensiva sobre o Hezbollah no Líbano e, caso tenha sucesso nesta empreitada neocolonialista, assentando as bases para um ataque militar ao Irã, já que não conseguiu o apoio interno necessário para debilitar o regime nacionalista comandado por Armadinejad. Nesse cenário dramático e polarizado como a guera em curso entre Irã e EUA, é que relançamos o livro “De Trípoli a Teerã: As provocações terroristas contra a Síria são a segunda escala da ofensiva imperialista”.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

EM HOMENAGEM AOS 61 DA REVOLUÇÃO SOCIAL NA ILHA: EDITORA NOVA ANTÍDOTO RELANÇA O LIVRO "OS GENUÍNOS TROTSKISTAS E A QUESTÃO CUBANA"


Relançamos o livro "Os genuínos trotskistas e a questão cubana" para celebrar os 61 anos da Revolução na Ilha. Ele aborda a importância histórica de defender o Estado operário cubano das investidas do imperialismo. A revolução vitoriosa em 1959 dirigida por Fidel e Che arrancou a pequena ilha das garras dos grandes monopólios ianques, transformando um país que era literalmente um prostíbulo da burguesia norte-americana em uma nação que anos depois rompeu com o jugo da dominação da cadeia de espoliação capitalista, garantindo a seu povo conquistas históricas como educação pública, gratuita e um dos sistemas de saúde mais avançados do planeta. Nem os mais de 50 anos de criminoso bloqueio econômico fizeram ruir essas conquistas que permanecem socialmente vigentes para o proletariado, apesar das imensas dificuldades que impõe a Cuba até hoje. O legado teórico de Trotsky nos ensinou que era preciso defender incondicionalmente a URSS, apesar dos erros e traições de Stalin. Hoje, com Cuba fazemos o mesmo. Ainda que tenhamos críticas à direção do PCC, jamais nos somamos ao imperialismo e sua corja arquirreacionária nos ataques ao Estado operário; pelo contrário, sempre estivemos na linha de frente da sua defesa, não apenas como "amigos de Cuba", mas acima de tudo como internacionalistas proletários e defensores do socialismo científico como alternativa à barbárie capitalista que ameaça a existência da própria humanidade. Acreditamos que somente a mobilização internacionalista da classe operária poderá fazer frente aos planos do império para aniquilar totalmente a enorme referência mundial da revolução cubana. Por isso não devemos depositar nenhuma confiança nos "acordos" amistosos com os chefes "democratas" dos estados terroristas. A trágica lição abstraída da guerra da Líbia, onde Kadaffi "confiou" nos abutres imperiais europeus que logo em seguida devastaram seu país, deve servir como um farol revolucionário para a vanguarda classista do proletariado mundial na defesa de Cuba.

domingo, 29 de dezembro de 2019

NOSSA HOMENAGEM CRÍTICA AO TITÃ DA PINTURA, CANDIDO PORTINARI: O DIA EM QUE O JOVEM TROTSKISTA MÁRIO PEDROSA “DESCOLORIU” O ÍDOLO DA INTELECTUALIDADE STALINISTA
  

Em 29 de Dezembro de 1903 nascia Candido Portinari, um dos grandes nomes das artes plásticas brasileira. Portinari teve em toda sua trajetória como artista um forte apelo as questões sociais, ao cotidiano da classe trabalhadora, seus dramas, suas dificuldades, suas lutas. As questões sociais, sempre presentes em sua obra, o influenciaram em sua vida política. Portinari foi simpatizante do PCB, onde inclusive foi candidato a deputado federal e a senador no final dos anos 1940. Morreu em 1953 devido a intoxicação pelas tintas que utilizava nas telas. Ele foi o grande arauto da arte contemporânea brasileira na década de 1940, um titã da cultura nacional. Conforme muito bem caracterizaria Ferreira Gullar em uma série de brilhantes artigos escritos entre 1959 e 1960, Portinari era colocado pela crítica acima de qualquer discussão teórica ou estética. Nomes como o de Alfredo Volpi e Milton Da Costa eram praticamente ignorados naquele momento e os artistas mais jovens sentiam-se ainda inseguros em seguir novos caminhos estéticos que não os que Portinari traçara para a arte pictórica brasileira. Porém o ídolo da intelectualidade stalinista precisava ser "derrubado" para que novos caminhos se abrissem, e o jovem trotskista Mário Pedrosa sentiu visceralmente esta necessidade quando finalmente decidiu-se a realizar o gesto inevitável que remodelaria inteiramente o ambiente das vanguardas modernistas no Brasil. Seu texto crítico sobre "O Painel Tiradentes" (Obra de Portinari de 1949) produziu um verdadeiro terremoto no ambiente da esquerda brasileira, ao polemizar frontalmente como a escola do realismo socialista.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019


LANÇAMENTO DO LIVRO BOLÍVIA ‘ROJO VIVO’ EM CONJUNTO COM A POLÊMICA BIOGRAFIA SOBRE RAUL SEIXAS DE JOTABÊ MEDEIROS: DUAS IMPORTANTES INICIATIVAS EDITORIAIS NA TRINCHEIRA DA RESISTÊNCIA POLÍTICA E CULTURAL  
  


Acaba de ser lançado no Restaurante Cantinho do Frango, tradicional reduto político-cultural da intelectualidade de esquerda do Ceará, o livro “Bolívia em ‘Rojo Vivo”. Essa iniciativa da Editora Nova Antídoto registra o passo a passo do golpe de estado contra o governo Evo Morales. Condensando uma coletânea de artigos do BLOG da LBI, o livro aborda detalhadamente o papel do imperialismo ianque no putsch que derrubou o governo de Frente Popular, uma gestão da centro-esquerda burguesa que se mostrou completamente impotente para enfrentar a ofensiva reacionária da direita fascista. Esse importante livro, aborda também a intervenção da esquerda trotskista durante os dias fatais que levaram a vitória da ação golpista tramada pela OEA, denunciando inclusive a política do POR boliviano que se somou as marchas da direita contra o governo Evo, comemorando sua queda como uma vitória dos trabalhadores.


  
Junto com esta atividade político-cultural da Editora Nova Antídoto, tivemos também o lançamento da biografia de Raul Seixas “Não diga que a canção está perdida” escrita por Jotabê Medeiros, editor cultural da revista Carta Capital. O autor levou quase dois anos para elaborar a obra, baseada em 70 entrevistas e nos diários do próprio Raul, cujos registros foram feitos em 1988, quando o cantor ainda estava vivo. Esta obra abriu a polêmica sobre a suposta delação que Raul Seixas fez no DOPS, acusando Paulo Coelho de “colaborar com esquerda”. O fato de duas obras serem lançadas conjuntamente revelam o esforço em jogar luz do ponto de vista político e artístico de como ocorreu a queda dos governos de frente popular na Bolívia e no Brasil em diferentes épocas históricas, revelando também o papel da repressão política na perseguição a militância de esquerda em todas as arenas da atividade militante e cultural.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

LEIA A APRESENTAÇÃO DO LIVRO BOLÍVIA EM 'ROJO VIVO'




A IMPOTÊNCIA CRÔNICA E HISTÓRICA DA BURGUESIA NACIONALISTA DE ENFRENTAR A ATUAL OFENSIVA IMPERIALISTA 
EM NOSSO CONTINENTE 

A colossal experiência da Revolução Socialista Russa de 1917, dirigida pelo Partido Bolchevique, demonstrou a “ferro e fogo” para os Marxistas de todo o mundo que a burguesia nacional é historicamente incapaz de levar adiante a resolução das tarefas democráticas, agrárias e anti-imperialistas que exigem a ação de um novo sujeito revolucionário, e que em face da ameaça que representa o proletariado desenvolver seu próprio projeto de nação, a burguesia diante do perigo de ser ultrapassada historicamente, alia-se à contrarrevolução golpista e abandona completamente o programa “democrático, nacional e popular” que antes orgulhava-se em esgrimir para as massas. Esta lição, abstraída em forma de programa foi elaborada na teoria da Revolução Permanente por Leon Trotsky e comprovada por todos os acontecimentos posteriores ao longo da luta de classes em todo o planeta. Os governos do tipo nacionalistas burgueses dos países semi-coloniais, que ascenderam ao controle do regime político fruto da crise capitalista, são descritos por Trotsky como possuindo um caráter bonapartista particular, ou seja, próprio da condição de sua classe dominante que, ao mesmo tempo em que subjuga o proletariado, está subordinada a ela mesma e subjugada à classe dominante dos países imperialistas. Em particular na América Latina, tanto o nacionalismo da década de 30, como as diversas manifestações do período posterior à Segunda Guerra Mundial, seguiram de maneira precisa o mesmo roteiro de capitulação ao imperialismo e seus agentes locais, cuja conclusão foram a instauração dos regimes militares dos anos 60 e 70 em quase todo continente. Mais de duas décadas da implantação de uma política econômica dita neoliberal, que se defrontou com crescente resistência das massas, provocou uma ruptura no interior do bloco burguês tradicional gerando a “ressurreição” do nacionalismo burguês com uma dose maior demagógica de “esquerda e socialista”, como foi o caso do PT brasileiro, somada a uma intensidade de moderação no enfrentamento político com o imperialismo.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

80 ANOS DO LIVRO “EM DEFESA DO MARXISMO”: A GRANDE BATALHA POLÍTICA E TEÓRICA DE TROTSKY NO INTERIOR DA IV INTERNACIONAL



O livro “Em defesa do Marxismo” de Leon Trotsky é uma coletânea de cartas e documentos chaves de polêmicas dentro do Partido Socialista dos Trabalhadores (Socialist Workers Party- SWP) dos Estados Unidos travadas há 80 anos, iniciada exatamente em setembro de 1939. A obra começa com uma carta de Trotsky para a James Cannon e segue com correspondências sobre a situação da URSS na II Guerra Mundial, abordando polêmicas envolvendo o caráter social e político do Estado Operário soviético. O debate sobre que campo se postar em meio a luta contra o imperialismo e sua máscara “democrática” não é novo, foi justamente nas fileiras de seu próprio partido que Trotsky travou a última e mais importante luta política de sua vida, no sentido de dar uma aplicação prática aos conceitos teóricos que fundamentam o programa da IV Internacional. A seção mais importante da IV Internacional, o SWP (norte-americano), organização que detinha uma vasta referência junto ao proletariado industrial, foi atingida por pressões pequeno-burguesas da opinião pública imperialista em relação à posição a ser tomada diante de uma guerra contra a URSS. É formada no interior do SWP uma fração liderada por Max Shachtman e James Burhnam (depois esta fração acaba por ganhar algumas seções inteiras da IV, como no caso do Brasil, com o alinhamento de Mario Pedrosa), que rejeitava a defesa incondicional da URSS, assim como se negava a estabelecer uma frente única com o stalinismo neste terreno sob a justificativa do caráter contrarrevolucionário deste último.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

LEON TROTSKY: UM EXEMPLO DE RESISTÊNCIA REVOLUCIONÁRIA QUE SOUBE ENFRENTAR O ISOLAMENTO POLÍTICO COMBATENDO VIGOROSAMENTE A SOCIALDEMOCRACIA E O STALINISMO


Dedicamos este artigo para homenagear o grande chefe da revolução Bolchevique, Leon Trotsky, quando se completam os 79 anos de sua morte. Não se trata de um “mero” ato de reverência política ou humana, mas sim do sincero reconhecimento militante do valor revolucionário de sua vida e da sua trajetória comunista por nossa corrente política que reivindica e aplica na práxis, dentro de suas modestas forças, o legado do velho dirigente bolchevique, mesmo sofrendo por isso muitas vezes o isolamento político e o ataque vil da burguesia, dos reformistas e revisionistas, estes últimos cada vez mais adaptados a defesa da democracia como “valor universal”. Ainda jovem Trotsky dirigiu o Soviete de Petrogrado, depois foi fundador do Exército Vermelho, comandante da Revolução de Outubro ao lado de Lênin e de outros camaradas valorosos. Após ser derrotado na luta interna pelas condições históricas adversas e por limitações políticas, ele foi expulso da URSS, percorreu o planeta na condição de opositor de esquerda da burocracia soviética. No México, última parada de seu “exílio”, lutou com as armas que tinhas às mãos para construir a IV Internacional, sendo assassinado em 21 de agosto de 1940 por ordem da KGB por defender a revolução mundial em oposição à tese do “Socialismo em um só país” aplicada por Stálin mundo afora, responsável por sabotar e derrotar levantes proletários em nome da coexistência pacífica com o imperialismo.

terça-feira, 7 de maio de 2019

82 ANOS DA MORTE DE GRAMSCI: A REVOLUÇÃO RUSSA E O STALINISMO NA VISÃO DO GENIAL DIRIGENTE COMUNISTA ITALIANO


Passados oitenta e dois da morte do grande comunista Antonio Gramsci em 27 de abril de 1937, é importante retornar à leitura, que em 1917, o militante sardo, então com vinte e seis anos, fez dos acontecimentos da Rússia, e também ao que dessa interpretação permaneceu em sua bagagem teórico-política mais madura como uma formulação rica em revigorar de forma principista o Marxismo. A revolução Bolchevique liderada por Lenin e Trotsky, constituiu para o jovem sardo, transplantado para Turim, um ponto de virada política, teórica e existencial, a partir do qual iniciou o amadurecimento de seu pensamento e a sua história de comunista. Para compreender como Gramsci se relacionou com a Revolução de Outubro é preciso, portanto, partir do reconhecimento de que Gramsci foi sempre, dos anos turineses às obras do cárcere, não apenas um teórico da revolução, mas um revolucionário em sua plenitude, Isso foi sublinhado pelo histórico dirigente do PCI, Palmiro Togliatti, ao afirmar: “Gramsci foi um teórico da política, mas sobretudo foi um político prático, isto é, um combatente. É preciso buscar na política a unidade da vida de Antonio Gramsci: o ponto de partida e o ponto de chegada”. Militância política como revolução, no caso de Gramsci, política como luta pela transformação socialista do mundo. Inicialmente, na vida do futuro dirigente comunista, política como rebelião ativa do proletariado. Como o próprio Gramsci recordou em uma carta, de 1924, à esposa, isto que o havia conduzido a um estado de rebelião em relação às condições sociais do seu tempo e do seu país teve origem nas dolorosas experiências pessoais, que remontavam aos anos de infância, quando (depois da prisão do pai) a família foi lançada na miséria, obrigando o pequeno Nino, ainda menino, a suspender por algum tempo a escola, ao fim do primário, para trabalhar no cartório de registro de imóveis de Ghilarza. Isto que então o tinha salvado de “tornar-se um trapo engomado”, como ele escrevia. Foi o: “Instinto da rebelião, desde menino era contra os ricos, porque não podia estudar, eu que tinha obtido dez em todas as matérias da escola primária, enquanto iam para a escola os filhos do açougueiro, do farmacêutico, do negociante de tecidos”. Já na Sardenha, porém, Antonio havia começado a ler os livros e revistas daquela cultura de oposição a Giolitti e ao giolittismo, que foi o terreno sobre o qual ele inicialmente se formou política e culturalmente. Em 1911, Gramsci se mudou para Turim, para frequentar a faculdade de Letras e Filosofia, graças a uma bolsa de estudo, suficiente apenas para sua sobrevivência. Em Turim aderiu, já antes da Grande Guerra, ao movimento socialista. Mas o seu marxismo, a sua concepção de mundo, era então muito particular: pela sua formação cultural, o marxismo do jovem Gramsci foi subjetivista, antideterminista, antieconomiscista, influenciado precisamente pelo neoidealismo e pelo bergsonismo mediado por Sorel. Um marxismo original, portanto, também ingênuo em alguma medida, baseado no primado absoluto e idealista da vontade. Não faltavam nestes anos traços importantes de uma visão dialética e antideterminista dos processos revolucionários. No artigo “Socialismo e cultura”, por exemplo, Gramsci apresentava uma definição da cultura como conquista e valorização do próprio eu e, portanto crescimento da subjetividade . Era clara, para ele, a importância nos processos de transformação, e também nas grandes revoluções – da aquisição da consciência, das ideias, dos valores. De fato, escrevia Gramsci:”Toda revolução foi precedida por um intenso e permanente trabalho de crítica, de penetração cultural, de impregnação de ideias. O último exemplo, o mais próximo de nós e por isso menos distinto do nosso, é o da Revolução Francesa. O período cultural que a antecedeu, chamado de Iluminismo, tão difamado pelos críticos superficiais da razão teórica, não foi, de modo algum, ou pelo menos não foi apenas um fenômeno de intelectualismo pedante e árido, similar ao que vemos diante de nossos olhos e que encontra sua maior manifestação nas universidades populares de baixo nível. Foi ele mesmo uma magnífica revolução, mediante a qual, como observa agudamente De Sanctis em sua Storia della letteratura italiana: “Formou-se em toda a Europa uma consciência unitária, uma internacional espiritual burguesa, sensível em todos os seus elementos às dores e às desgraças comuns, e que foi a melhor preparação para a sangrenta revolta que depois teve lugar na França”.

quarta-feira, 27 de março de 2019

55 ANOS DO GOLPE MILITAR NO BRASIL: LIVRO LANÇADO PELA LBI ANALISA AS RAZÕES POLÍTICAS E ECONÔMICAS DA IMPOSIÇÃO DA DITADURA ASSASSINA NO BRASIL


Passados 55 anos do terrível golpe militar que impôs à nação 21 anos de ditadura, em nossa modesta homenagem aos que tombaram ou foram torturados pelos facínoras a serviço do capital, reafirmamos a vigência do Marxismo-Leninismo, a necessidade da construção do partido revolucionário e a manutenção da estratégia da guerra de classes para sepultar o modo de produção capitalista em todos os seus “formatos” políticos e institucionais, denunciando inclusive os que aceitam as reparações ofertadas pelo Estado capitalista como corresponsáveis por encobrir o caráter reacionário da democracia dos ricos. Nesse sentido voltamos a publicar o livro “Há 40 anos do golpe militar de 1964: O recrudescimento da repressão política a serviço da acumulação capitalista”, contendo como apêndice o artigo de Victor Serge “O Problema da ilegalidade”.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

terça-feira, 14 de agosto de 2018

A EDITORA NOVA ANTÍDOTO PARABENIZA A LIGA BOLCHEVIQUE INTERNACIONALISTA PELA MEMORÁVEL EDIÇÃO ESPECIAL COMEMORATIVA DO JORNAL LUTA OPERÁRIA CELEBRANDO OS 80 ANOS DE FUNDAÇÃO DA IV INTERNACIONAL!




1938/2018 - VIVA OS 80 ANOS DA FUNDAÇÃO DA IV INTERNACIONAL!

No ano de 1938, na pequena cidade de Périgny, França, realizou-se o Congresso de Fundação da IV Internacional. Leon Trotsky (que viria a ser assassinado no mês agosto de 1940, pelo agente stalinista infiltrado Ramón Mercader), impedido de estar presente na conferência de fundação, o dirigente Bolchevique enviou uma saudação em forma de mensagem gravada. Antes disso, décadas se passaram de amadurecimento da cisão política no interior do movimento revolucionário internacional. As duras polêmicas entre Trotsky e Stalin, representavam no fundo posições de classes sociais antagônicas, e remontam os anos 23/24, quando a tese Marxista (até então majoritária entre os Bolcheviques, e vigorosamente defendida por Lenin e Trostky) da necessidade da continuidade da revolução proletária no plano internacional para o triunfo da Revolução Russa, começa a perder espaço para a doutrina reacionária da possibilidade de construir o “socialismo em um só país”. Diante do refluxo do movimento revolucionário internacional após a derrota da Revolução Alemã de 1919, essa palavra de ordem, defendida por Stalin, gradativamente ganha espaço entre a burocracia do Partido Comunista russo e também no próprio Movimento Comunista Internacional. Trotsky, intransigente em seu programa do internacionalismo proletário, organiza com seus partidário, em 1923, a Oposição de Esquerda, que se opunha a nascente burocracia soviética,uma casta parasitária das relações de produção semi-socialistas vigentes na URSS, analisando como produto de suas bases materiais o atraso econômico e a pobreza ainda predominante na Rússia. Menos de dez anos depois, os chamados Trotskistas são expulsos da III Internacional (Comintern), já dominada pelos partidários da burocracia Stalinista. Trotsky apesar do extremo isolamento político não vacila em fundar uma nova Internacional da classe operária, e apesar de reunir menos de 30 delegados, o congresso de Périgny lança a IV Internacional com a sólida base do Programa de Transição. Apesar dos céticos e "aparatistas" duvidarem da sobrevivência da IV, em função de suas reduzidíssimas forças militantes (cerca de 50 Quadros políticos contra mais de 50 mil dirigentes Stalinistas), a frágil Internacional se estendeu até os dias de hoje, na forma de seu legado revolucionário. Os anos anteriores de divergências políticas entre Lenin e Trotsky não impediram o dirigente maior da URSS de reconhecer, em suas últimas palavras aos bolcheviques o papel extraordinário do "Velho Leon": “O camarada Stálin, tendo chegado ao Secretariado Geral, tem concentrado em suas mãos um poder enorme, e não estou seguro que sempre irá utilizá-lo com suficiente prudência. Por outro lado, o camarada Trotsky, segundo demonstra sua luta contra o CC em razão do problema do Comissariado do Povo de Vias de Comunicação, não se distingue apenas por sua grande capacidade. Pessoalmente, embora seja o homem mais capaz do atual CC, está demasiado ensoberbecido e atraído pelo aspecto puramente administrativo dos assuntos.” (Testamento de Lenin/ janeiro de 1923).

sábado, 12 de maio de 2018

LANÇAMENTO DA EDITORA NOVA ANTÍDOTO E “PUBLICAÇÕES LBI”: UM LIVRO PARA A NOVA GERAÇÃO RESGATAR O “VELHO” MARX DAS GROSSEIRAS FALSIFICAÇÕES REVISIONISTAS ACERCA DO “GRUNDRISSE”



ÍNDICE

PREFÁCIO
HÁ 200 ANOS NASCIA KARL MARX: UMA VIDA DEDICADA A ELABORAR O PROGRAMA COMUNISTA DO PROLETARIADO MUNDIAL

CAPÍTULO 1 
GÊNESE DA ELABORAÇÃO DE MARX

CAPÍTULO 2
O MANIFESTO COMUNISTA COM ENGELS

CAPÍTULO 3
DESAFIOS PRÁTICOS E TEÓRICOS DA FORMULAÇÃO DO PROGRAMA ECONÔMICO

CAPÍTULO 4
O REAL SIGNIFICADO DOS “GRUNDRISSE”

CAPÍTULO 5
EM DEFESA DA PRÁXIS REVOLUCIONÁRIA

POSFÁCIO
“O CAPITAL” COMPLETA 150 ANOS: VIDA LONGA A TEORIA REVOLUCIONÁRIA DO MARXISMO LENINISMO

APÊNDICE
DISCURSO DIANTE DO TÚMULO DE KARL MARX
Frederich Engels (17 de Março de 1883)

terça-feira, 28 de novembro de 2017

NOSSA HOMENAGEM AO GRANDE REVOLUCIONÁRIO COMUNISTA FRIEDRICH ENGELS QUANDO CELEBRAMOS SEU NASCIMENTO!


Em 28 de novembro 1820 nascia Friedrich Engels na cidade de Barmen, Alemanha. Jovem foi morar na Inglaterra a pedido de sua família burguesa, exatamente para comandar uma fábrica do clã em Manchester. Por "ironia" da história foi em contato direto com a classe operária que se converte as ideias do socialismo, e que logo depois ajudou a "lapidar". Neste período elabora seu primeiro clássico: "A situação da classe trabalhadora na Inglaterra", escrito em 1845. Nesta época tem o seu primeiro contato pessoal com Karl Marx, em Paris onde já residia seu grande companheiro de vida e de combates teóricos e práticos ao lado do proletariado. Engels ao lado de Karl Marx, estabeleceram as bases programáticas da luta pelo Socialismo Científico. Em sua homenagem publicamos o texto de Lenin em que o dirigente Bolchevique enaltece a figura desse genial teórico revolucionário e coautor do Manifesto Comunista. O texto que reproduzimos abaixo foi elaborado por Lenin que sempre atribuiu à obra de Engels uma importância fundamental. Expressou-a de modo particularmente incisivo no final do artigo que em 1914 escreveu sobre Marx “Para apreciar corretamente as concepções de Marx, é absolutamente preciso tomar conhecimento das obras do seu mais próximo companheiro e colaborador, Friedrich Engels. É impossível compreender o Marxismo e dar dele uma exposição completa sem ter em conta todas as obras de Engels”. Em momentos de profundo retrocesso político e ideológico entre a vanguarda militante, a LBI faz essa justa homenagem a Engels, um verdadeiro farol teórico e político para o proletariado mundial em sua luta pela Revolução Comunista e a Ditadura do Proletariado! 

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

A EDITORA NOVA ANTÍDOTO PARABENIZA A LIGA BOLCHEVIQUE INTERNACIONALISTA PELA MEMORÁVEL EDIÇÃO ESPECIAL COMEMORATIVA DO JORNAL LUTA OPERÁRIA CELEBRANDO OS 100 ANOS DA REVOLUÇÃO DE OUTUBRO!


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

100 ANOS DA REVOLUÇÃO DE OUTUBRO: O BOLCHEVISMO VIVE! A EDITORA NOVA ANTÍDOTO NA TRINCHEIRA POLÍTICA E IDEOLÓGICA DA LUTA REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES!


Nós Trotskistas celebramos os 100 anos da Revolução de Outubro de uma maneira muito especial, própria, defensista-revolucionária. Como herdeiros políticos do criador e comandante do Exército Vermelho, jamais fomos apologistas da então URSS burocratizada pelo stalinismo, porém sempre nos postamos como defensores incondicionais do Estado operária soviético mesmo degenerado até o fim de seus dias, na última das barricas de agosto de 1991. Trata-se da posição nos legada por Trotsky em sua vida militante, como dirigente da URSS, membro da Oposição de Esquerda e depois fundador da IV Internacional. Por essa razão não nos admiramos que no centenário da tomada do poder pelo Partido Bolchevique em 1917, a burguesia não descanse em propagandear na mídia mundial vendida que o “comunismo morreu”, tentando para sempre espantar o espectro da sociedade sem classes defendida cientificamente por Marx e Engels. Se os capitalistas não se casam em tripudiar a obra de Lênin, Trotsky e do proletariado soviético com argumentos reacionários próprios das classes dominantes, a intelectualidade de “esquerda” (na verdade socialdemocrata) não fica distante, mesmo a que se reivindica “marxiana”. Em um terreno supostamente “mais elaborado” também é em geral crítica da experiência soviética, sempre que pode repudia em suas “cátedras” ou blogs o leninismo por seu “modelo” de partido “totalitário” comandado por “chefes infalíveis”, disciplinado de forma militar, dividido hierarquicamente entre “dirigentes e dirigidos”, uma conduta que supostamente segundo esses cretinos “esmagou a energia revolucionária do proletariado” pavimentando o caminho da ditadura sobre o proletariado. O centralismo democrático, pilar mestre do Partido Bolchevique que garantiu a vitória de Outubro, é apresentado como um câncer burocrático responsável em última instância, segundo esses pústulas, pelo surgimento da URSS como um verdadeiro “cárcere dos povos”. Esses senhores chegam a identificar o Leninismo com o stalinismo apesar de toda luta política e programática que o dirigente maior bolchevique levou no fim da vida contra a burocratização do Partido e do Estado, com revela seu Testamento Político. Por seu turno, os revisionistas do Trotskismo, apesar de comemorarem formalmente a vitória de Outubro, não souberam defendê-la quando atacada pelo bloco restauracionista comandado por Yelstin em agosto de 1991, ao contrário, se postaram no campo do imperialismo aplaudindo a queda do Muro de Berlim e o fim da URSS como uma “vitória revolucionária” porque esse “acontecimento histórico” debilitaria o aparato stalinista mundial. Aliás, “Muro” que estes renegados passaram décadas repetindo como papagaios da furibunda reação capitalista que se tratava da “vergonha” mundial da esquerda stalinista, uma propaganda voltada a atacar a própria URSS. Ainda hoje celebram o fim da “Cortina de Ferro” atuando em uníssono com o capital, desta forma ajudaram a arrancar as conquistas operárias históricas de um terço da civilização humana, na destruição da URSS e em mais de uma dezena de Estados Nacionais onde a economia foi socializada com a extinção do mercado. Como se observa, defender Outubro hoje não se trata de um gesto formal, de olhar de forma saudosista o passado há 100 anos atrás, mas de forjar na atualidade a militância revolucionária com consciência de classe para defender a vigência ideológica, política e programática do Partido Leninista e o futuro comunista da humanidade, que hoje marcha a passos largos rumo a barbárie. Nesta questão encontra-se o grande desafio dos genuínos Trotskistas hoje, que mesmo isolados em função da ofensiva ideológica, política e cultural em curso patrocinada pelo imperialismo mantém-se firmes na defesa de Outubro e da construção do Partido Mundial da Revolução Proletária!

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

50 ANOS DO ASSASSINATO DE CHE: ISOLADO POR FIDEL E ABANDONADO PELO PARTIDO COMUNISTA DA BOLÍVIA, GUEVARA TOMBA COM LIVRO DE TROTSKY EM SUA MOCHILA


Ernesto Guevara foi covardemente assassinado em 8 de outubro de 1967, na Bolívia, pela sanguinária ditadura de Barrientos. Depois de o executarem, os gorilas assassinos a serviço do imperialismo cortaram suas mãos e sumiram com seu corpo, tentando apagar qualquer vestígio de sua existência sobre a face da terra. Porém, a memória dos oprimidos foi mais forte do que a sanha assassina dos exploradores. Cinquenta anos depois, o exemplo do homem, que deixou cargos e honras para sacrificar sua própria vida em outro país, lutando para expandir a revolução socialista, continua vivo e agiganta-se na medida em que a barbárie capitalista arrasta as massas à miséria e coloca na ordem do dia a luta pelo socialismo em todo o mundo. Che Guevara levava em sua mochila e lia, nos últimos meses de sua vida, quando combatia na Bolívia, uma cópia de um dos tomos da História da Revolução Russa, de Trotsky, livro este encontrado pelo exército boliviano no acampamento guerrilheiro. Anos antes ele havia lido a trilogia de Isaac Deutscher sobre o fundador da IV Internacional. Isto mostra o interesse que Guevara tinha em conhecer mais a obra do revolucionário russo e dirigente da Revolução de Outubro, ainda que não se declarasse simpático ao trotskismo, apesar da burocracia stalinista soviética tê-lo acusado de tal “heresia”. Che morreu isolado por Fidel e abandonado pelo Partido Comunista da Bolívia, um política literalmente criminosa do Stalinismo mundial. Ressaltamos esses aspectos por que neste momento em que o Império ianque volta a fazer provocações contra Cuba, exigindo a saída de seus embaixadores do país, o legado do Che vigora como um guia revolucionário para as novas gerações de combatentes internacionalistas.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

LEIA A APRESENTAÇÃO DO LIVRO “TESES TROTSKISTAS ACERCA DA GUERRA IMPERIALISTA CONTRA A LÍBIA” PUBLICADO EM 2011 PELA LBI E AGORA DISPONIBILIZADO PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO



APRESENTAÇÃO

Resolvemos publicar as "Teses trotskistas acerca da guerra imperialista contra a Líbia" quando ainda não se decidiram os rumos finais do conflito travado no norte da África entre o exército nacional líbio e os "rebeldes" a serviço da CIA, apoiados pelas forças piratas da OTAN. Ousamos fazê-lo porque compreendemos o lançamento das próprias Teses como parte do combate teórico e político travado pela LBI, desde o primeiro momento político do conflito, em defesa da vitória militar na nação oprimida atacada pelo imperialismo.

A ofensiva das grandes potências capitalistas se acentua por terra e ar na medida em que o povo líbio e as forças que apóiam o regime nacionalista de Kadaffi impõem derrotas militares aos "insurretos" nas principais cidades líbias. Essa realidade vem pondo a nu, a cada dia que passa, a escandalosa posição dos revisionistas do trotskismo que vendem a investida imperialista como parte da mal chamada "revolução árabe", mas não conseguem explicar porque estes supostos "revolucionários", sem apoio popular, sobrevivem apenas porque recebem suporte econômico e militar da Casa Branca e seus sócios da União Europeia. Em nome do combate a "ditadura sanguinária de Kadaffi" os revisionistas alinham-se integralmente às investidas políticas e militares do imperialismo, travestido de paladino da "democracia".

As Teses sintetizam as bases teóricas e políticas da orientação defendida pela LBI até agora na guerra em curso e apontam que uma vitória militar da Líbia contra a agressão colonialista da OTAN teria um enorme impacto na luta de classes em nível mundial, questionando o domínio imperialista em todo o planeta! Por isso estamos no campo militar da Líbia e pela sua vitória, com total independência política de Kadaffi, lutando por derrotar o inimigo principal dos povos. Este é no momento o principal teste ácido da luta de classes por que atravessamos neste século XXI e prova o quanto as correntes pseudotrotskistas renegam o abc do marxismo, o que revela o enorme retrocesso político e ideológico que se abateu no interior da vanguarda militante desde a queda da URSS e a liquidação contrarrevolucionária do Muro de Berlim. Estamos vendo e vivendo o clímax desse processo de adaptação da "esquerda" à democracia burguesa e por isso o combate da LBI, mesmo assumindo a modéstia de nossas forças, ganha um vulto ainda mais importante.

O livro "Teses trotskistas acerca da guerra imperialista contra a Líbia" está divido em três tópicos. O primeiro "Em defesa da vitória militar da Líbia sobre a OTAN" é composto pelas Teses propriamente ditas e artigos elaborados pela LBI sobre a necessidade da unidade de ação para derrotar as forças imperialistas. O segundo tópico "Demarcando campo com o nacionalismo burguês" está integralmente dedicado a nossa denúncia das concessões feitas por Kadaffi ao imperialismo e ao próprio caráter de classe do regime líbio, incapaz por sua própria natureza de classe de levar uma luta consequente contra o imperialismo. Nesse ponto nos delimitamos dos stalinistas e chavistas que dão apoio político a Kadaffi, sem no entanto nos somarmos à campanha dos piratas capitalistas para imporem um regime servil aos seus interesses políticos e econômicos como faz todo o arco revisionista, inclusive aqueles que formalmente se dizem contra a intervenção da OTAN. Desta forma, demolimos os "argumentos" daqueles que nos acusam de forma infame de "capitular a Kadaffi" simplesmente por reconhecermos as conquistas populares que ainda sobrevivem neste país do Magreb, produto do próprio movimento de corte nacionalista que depôs a arquirreacionária monarquia em 1969, conquistas reais que o imperialismo deseja liquidar com a agressão colonialista em curso. Por fim, no ponto "Polêmica com a esquerda reformista", expomos o combate que a LBI, a primeira organização política a caracterizar os "protestos" em Benghazi como uma ação orquestrada pela CIA, vem travando com as diversas variantes dos revisionistas do trotskismo (LIT, POR, LCI...) até o maoísmo, em um debate que só fortaleceu o que vimos defendendo desde o primeiro momento no conflito, quando nos opomos a esses ventríloquos da grande mídia burguesa que saudaram as "manifestações" na Líbia como uma "revolução" e levantam histericamente o "Abaixo Kadaffi" fazendo coro com a Casa Branca e seus aliados imperialistas europeus.

Temos orgulho de nossa posição principista que honra o legado de Trotsky. Ao publicar as Teses a "pequena" LBI entende que está dando uma importante contribuição para auxiliar a vanguarda militante a ter uma justa compreensão da difícil etapa histórica por que atravessamos e das tarefas que temos pela frente. Ao mesmo tempo, em contraposição a toda propaganda contra o leninismo, levada a cabo não só pela mídia burguesa, mas também desde o interior da própria "esquerda", reafirmamos nas Teses a necessidade da adoção de um programa revolucionário que possa armar a militância comunista teoricamente para erguer um genuíno partido marxista-leninista, reconstruindo a IV Internacional.
Os Editores
Abril 2011

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SUMÁRIO
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APRESENTAÇÃO

I- EM DEFESA DA VITÓRIA MILITAR DA LÍBIA SOBRE A OTAN
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Teses trotskistas acerca da guerra imperialista contra a Líbia
É possível ser anti-imperialista apoiando os "rebelados" pró-OTAN?
Verdades e mentiras sobre o regime vigente na Líbia
Defesa incondicional da nação líbia diante da ocupação imperialista
Casa Branca e ONU tramam derrubada "revolucionária" de Kadaffi
Mobilizações pró-imperialistas "sacodem" a Líbia

II- DEMARCANDO CAMPO COM O NACIONALISMO BURGUÊS
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É possível derrotar as forças do imperialismo alimentando falsas ilusões no regime de Kadaffi?
Chávez põe as "barbas de molho" diante da ofensiva imperialista mundial
Os métodos torpes com que Kadaffi defende a Líbia da agressão imperialista

III- POLÊMICA COM A ESQUERDA REFORMISTA
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É possível ocorrer uma "revolução" utilizando as armas da OTAN e coordenada por Barak Obama? Os canalhas do PSTU e da LIT dizem que sim!
Os "amigos" de Obama, da contra-revolução no Oriente e da restauração capitalista em Cuba
É possível defender a Líbia dos ataques imperialistas proclamando-se ao mesmo tempo "Contra a intervenção da OTAN" e pelo "Abaixo Kadaffi"?
A Nova Democracia não sabe de que lado ficar em meio à ofensiva imperialista na Líbia
Com a morte de Guillermo Lora, o POR (Brasil) perde de vez o fio e o prumo do programa revolucionário

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

LEIA A APRESENTAÇÃO DO LIVRO “LIÇÕES DE OUTUBRO” ESCRITA POR LEON TROTSKY



É PRECISO ESTUDAR OUTUBRO
(Setembro de 1924)

Se é verdade que na Revolução de Outubro tivemos sorte, outro tanto não se poderá dizer do seu lugar na nossa literatura. Ainda não dispomos de uma única obra que dê um quadro geral da revolução de Outubro, fazendo sobressair os seus principais momentos do ponto de vista político e organizativo. Além disso, ainda não foram editados os materiais que caracterizam os diferentes aspectos da preparação da revolução ou a própria revolução. Publicamos muitos documentos e materiais sobre a história da revolução e do Partido, antes e depois de Outubro; todavia, especificamente a Outubro, consagra-se muito menos atenção. Realizado o golpe de força, parece que decidimos nunca mais ter que o repetir; parece que não esperávamos uma utilidade direta do estudo de Outubro e das condições da sua preparação imediata, quanto às tarefas urgentes de organização ulterior.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

LEIA A APRESENTAÇÃO DO LIVRO “MARXISMO E TERRORISMO” DE LEON TROTSKY CUJA SEGUNDA EDIÇÃO FOI PUBLICADA PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO


LEON TROTSKY E O 11 DE SETEMBRO
(11/09/2002)

O 11 de Setembro conseguiu conquistar um fato inédito na história do chamado movimento trotskista internacional ao longo dos últimos 50 anos, qual seja, a unanimidade (ou quase, a exceção ficou por conta da LBI) monolítica à condenação do ataque ao Pentágono e às Torres Gêmeas, onde se localizava a sede da agência da CIA em New York, "pequeno detalhe" omitido completamente. Invocando o velho bolchevique, os bastardos do trotskismo, os mesmos que enlameiam a bandeira da IV Internacional nos mastros da frente popular, logo se apressaram em prestar solidariedade às vítimas "inocentes", alvos da sanha "criminosa" de bárbaros muçulmanos que recorrendo aos métodos do "terrorismo individual" teriam provocado a fúria do grande império, trazendo enormes prejuízos aos seus "planos" políticos de ascenderem os degraus do Estado "democrático" pela via do sufrágio universal. Estes revisionistas de todos os matizes, nem sequer envergonharam-se em somar ao coro do governo Bush e sua frente "antiterror" na condenação do ataque militar sofrido pelos EUA em 11 de setembro.

domingo, 27 de agosto de 2017

O LIVRO "QUESTÕES DO MODO DE VIDA" ESCRITO POR LEON TROTSKY EM 1923 E IMPRESSO NO ANO DE 2004 PELAS PUBLICAÇÕES LBI SERÁ EM BREVE RELANÇADO PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO! AGUARDEM!


Apresentamos aos nossos leitores mais um clássico da literatura marxista, “Questões do Modo de Vida”, escrito por Leon Trotsky, então Comissário do Povo para o Exército e a Marinha da URSS, em 1923. A princípio, pode parecer estranho que Trotsky, dirigente político e militar da Revolução de Outubro, detenha alguma preocupação teórica sobre um tema aparentemente secundário, como os hábitos e costumes do proletariado. No entanto, se esta questão adquiriu tamanha importância foi devido às contradições e conflitos sociais, resultantes da situação gerada pelo "comunismo de guerra". Para enfrentar as conseqüências da guerra civil, o Estado operário soviético se viu obrigado, em 1921, a adotar a NEP, com o objetivo de acabar com a política de requisições forçadas no campo, incentivando, através de medidas de mercado, o desenvolvimento da indústria e do comércio, e estimulando os interesses dos pequenos proprietários em meio à uma economia arrasada. Foram anos duros para a revolução, ainda mais considerando o seu grau de isolamento internacional, já que a onda revolucionária na Europa no pós-guerra, principalmente com o esmagamento da revolução alemã, tinha sido derrotada pela contra-revolução. Se a NEP era economicamente necessária para o soerguimento das forças produtivas, politicamente era perigosa à revolução, porque ampliava o fosso de desigualdades sociais e econômicas entre os ‘kulaks’ (camponeses ricos) e os ‘biedniaks’ (camponeses pobres), fazendo nascer os ‘nepmen’, novos burgueses. Na cidade, o melhor da vanguarda proletária tinha sido liquidada na guerra civil. A NEP fez surgir uma nova classe operária, oriunda do campesinato e totalmente carente de qualquer tradição política revolucionária. Constatou-se que esta jovem classe operária, sensível à influência dos nepmen que oferecia um modelo de vida (enriquecimento individual e o gosto pelo lucro) completamente estranho aos ideais de Outubro, tinha um baixo nível de consciência de classe, além de não ter uma vanguarda com tradições bolcheviques que lhe educasse política e ideologicamente; pelo contrário, nas fábricas, os elementos mais conscientes eram presas fáceis do stalinismo, já em ascensão. Preocupado com esta situação, Trotsky defendeu o que se passou a chamar de ‘militantismo cultural’, isto é, um amplo trabalho organizacional dirigido a compreender e clarificar os problemas das diversas esferas da vida do comportamento das massas russas: família, religião, alcoolismo, sexo, relação entre os sexos, opressão feminina etc., no sentido de desenvolver nas massas uma consciência de classe dos objetivos da revolução e, desse modo, dotá-las de valores e ideais baseados na solidariedade e na camaradagem. Esta ação foi chamada oficialmente de ‘Pérestroika Byta’, ou Reconstrução do modo de vida. Como o próprio Trotsky afirma no livro: ‘A história não dá gratuitamente, se faz um desconto numa coisa, sobre a política, vai recuperá-lo por outro lado, sobre a cultura. Quanto mais fácil foi (relativamente, entende-se) ao proletariado russo fazer a revolução, tanto mais difícil será a construção socialista. Apesar do modo de vida ter suas raízes na economia, ele não evolui com a mesma velocidade em que esta é radicalmente transformada, por isso, costuma refletir as tradições conservadoras do passado mais do que a do presente. Tanto na política, como na economia, a intervenção da classe operária para resolver suas tarefas históricas se dá através de sua vanguarda, o partido revolucionário, mas quando se trata do domínio de sua vida cotidiana, ela pulveriza-se nas células familiares, por isso também é que o alcance das conquistas da revolução para modificar a maneira de pensar e agir do proletariado tem um efeito retardado. Para minimizar e corrigir esta defasagem ideológica entre o que a história permitiu politicamente, a conquista do primeiro Estado operário do planeta, e o peso do atraso cultural e das tradições conservadoras nas relações sociais das massas russas, Trotsky foi impulsionado a escrever a brochura “Questões do Modo de Vida”, a partir do material colhido das discussões e entrevistas com um grupo de agitadores e propagandistas de Moscou que lhe respondeu uma série de perguntas sobre o modo de vida das massas pós-revolução, material reproduzido na íntegra no livro lançado inicialmente pelas Publicações LBI em dezembro de 2004. A conclusão desse debate consiste na compreensão de que o trabalho para o fortalecimento das bases econômicas planificadas do Estado exige também um trabalho simultâneo e complementar, numa relação dialética, para mudar a forma de pensar e agir da classe operária, sem precisar opor uma tarefa contra a outra, como se fossem excludentes. Ao contrário de criar uma ‘cultura proletária’ de laboratório como queria Stálin, era necessário conhecer o modo de vida das massas para poder transformá-lo por meio do militantismo cultural, dedicado à sua educação política a partir de pequenas coisas, como lhes ensinar noções de higiene, alfabetizá-las, aproximá-las das artes e da cultura produzida pela humanidade etc. Ao mesmo tempo, em seu livro, Trotsky combate a influência reacionária da Igreja sobre as relações familiares, o alcoolismo como mal capitalista para embotar a consciência de classe, incentiva a audiência ao cinema pelas massas, critica a submissão da mulher como simples acessório masculino etc. Só um burocrata é capaz de negligenciar os detalhes práticos de um problema porque ignora que projetos grandiosos exigem atenção aos pequenos detalhes. Passados 94 anos da publicação desta obra, é impressionante o grau de atualidade que ainda guarda. Infelizmente, parte da esquerda que se diz revolucionária está longe de forjar uma consciência de classe para fortalecer ideologicamente a vanguarda militante, transformando seus militantes em verdadeiros soldados da revolução, justamente porque já capitulou política e programaticamente, ao colar-se à cauda de todas as variantes da democracia burguesa e do nacionalismo vulgar. Nesse sentido, também esses setores são incapazes de combater ideologicamente a burguesia. É comum constatarmos o caráter pequeno burguês desse tipo de militância, acostumada a colocar seus interesses pessoais acima das tarefas e disciplinas partidárias; prostituem o marxismo e renunciam ao leninismo, abraçando uma militância ‘light’ somente nas horas livres, obedientes ao calendário festivo da ‘esquerda’. Também são freqüentes casos de militantes que se casam sob as bençãos do clero e o silêncio criminoso de suas correntes ‘revolucionárias’, reproduzindo o modelo burguês de família e casamento. A Editora Nova Antódoto espera que o relançamento do livro “Questões do Modo Vida”, há tempos esgotado no Brasil, contribua efetivamente para que a vanguarda combativa apreenda as lições deixadas pelo proletariado soviético e seu velho dirigente, Leon Trotsky. Que esta iniciativa sirva para superar os limites que suas direções reformistas impõem aos ativistas classistas para abraçar a militância revolucionária na gigantesca tarefa de forjar o partido revolucionário, a IV Internacional, única organização capaz de destruir a atmosfera de opressão espiritual e reação ideológica, imposta pelo imperialismo assassino após a queda da URSS.

sábado, 26 de agosto de 2017

NOVA TIRAGEM PELA EDITORA NOVA ANTÍDOTO EM PARCERIA COM AS PUBLICAÇÕES LBI DO RARÍSSIMO LIVRO DE TROTSKY "A SITUAÇÃO REAL DA RÚSSIA" ESCRITO EM 1929. ADQUIRA SEU EXEMPLAR!


A obra que oferecemos aos leitores foi impressa no Brasil no ano de 1932 com o título "A Verdade sobre a Rússia", encontrando-se esgotado há muitas décadas nas livrarias do país. O texto, originalmente publicado no ano de 1929 sob o título "A situação real da Rússia" foi o primeiro livro de Trotsky escrito no exílio, na ilha turca de Prinkipo. A republicação dessa obra busca resgatar os escritos que expuseram, pela primeira vez ao mundo, as críticas de Trotsky e da Oposição Unida à burocratização imposta por Stálin na URSS.